O que nos faz falta Alguém, que diga em voz alta O que ansiamos todos ouvir. Uma voz desgarrada, Desta cinzenta carneirada, Que nos leve de novo a sentir. A sentir que somos um povo, A sentir orgulho de novo, Que existe ainda Portugal. Uma voz determinada, Que seja o símbolo afinal, Da mudança por todos desejada. Não pode ser uma voz qualquer, Não basta falar, não basta escrever, É preciso que tenha toda a credibilidade. Só uma Voz, esse discurso pode fazer, A Voz símbolo da nossa nacionalidade, Da nossa vontade e do nosso querer. Que se levante então essa voz. Ela está latente e no meio de nós. Ela precisa da nossa motivação, Ela precisa de sentir em nós confiança, Demonstremos-lhe isso sem hesitação, Fale ao povo, D. Duarte de Bragança. Diga o que sente, Diga que está presente, Afirme a sua vontade e determinação, Dê-nos também essa confiança, Afirme a sua indiscutível vocação, Ser a Voz, a mensagem de esperança. Fale em nome de seus avós, Suscite a emoção em todos nós, Suscite o orgulho e a paixão. Eleve bem alto a sua voz, Voz que será determinante, essencial, Que fará renascer no povo a motivação, Que fará encontrar de novo Portugal. José J. Lima Monteiro Andrade
A palavra do Rei
17 de Fevereiro de 2010 por Acção Monárquica


Muito bem José Andrade!!
Gostei imenso do poema!!!
è disso mesmo que precisamos: da palavra do Nosso Rei!!!
Um beijinho!!
Isabel
Bravo Amigo José Andrade: Incitar S.A.R. D. Duarte para que se dirija ao Povo, para que PORTUGAL e seus Filhos voltem a ter a dignidade de antigamente. VIVA A MONARQUIA!!! VIVA…