Teve lugar hoje, 22 de Maio, pelas 13 horas, na Azambuja, o Encontro dos Libertados e Empenhados em Restaurar Portugal, conforme amplamente anunciado, e ao qual a Acção Monárquica se associou desde a primeira hora. Tratou-se de mais um marco na senda da luta dos portugueses pela recuperação de Portugal.
O evento, aberto a todos os portugueses e organizações cívicas e religiosas, empenhados em fazer prevalecer a identidade nacional, com os seus valores, princípios e dignidade de Portugal, contou com a presença de um leque de portugueses, que indignados com a actual situação política que se vive no país, se propõem promover acções de motivação e mobilização de todos os portugueses no sentido de restaurar Portugal, o Portuguesismo, a Família e a Fé.
No Encontro foi deliberado que o grupo, cujos membros se designam por Libertados, aprova a proposta apresentada como sua Carta de Compromisso e designam as suas intervenções como A Nova Cruzada, tendo o Santuário de Fátima como sede e reduto. Foi igualmente deliberado que as actividades do grupo se desenvolverão não só no meio informático (internet, FaceBook, Twitter, etc.), mas igualmente de modo pessoal e interventivo na sociedade. Como logotipo, foi escolhida a Cruz Templária com o escudo nacional sobreposto, pelo forte significado interventivo que essa Ordem teve no passado em Portugal.
Segue a Carta da Nova Cruzada e seu logotipo, conforme aprovado no Encontro.
A Comissão Coordenadora da Acção Monárquica
A Nova Cruzada
Carta de Compromisso
A Nova Cruzada não é uma Revolta, mas sim uma luta consistente e determinada dos revoltados.
A Nova Cruzada é uma luta pela reconquista dos valores e dos direitos.
A Nova Cruzada não é a agitação social, nem sequer a sua promoção, é a mobilização das consciências e dos sentimentos, na afinidade do conceito maioritário da sociedade portuguesa.
A Nova Cruzada visa a vitória de Portugal, do Portuguesismo, da Família e da Fé.
A Nova Cruzada não é uma acção de grupos, de seitas, de partidos, de organizações, de instituições, mas de todos e de cada português, na defesa de Portugal, da sua Identidade, da sua Diferenciação, da sua Dignidade e dos seus Direitos como Nação.
A Nova Cruzada tem como sede e reduto Fátima, pelo seu simbolismo milagroso e de Fé, onde o Líder espiritual veio depositar a Esperança e a Mensagem, que nos mobilizará para os desígnios que nos estão destinados.
A Nova Cruzada é a motivação e mobilização, dos alheados, dos descontentes, dos desesperados, dos resignados, pela acção empenhada dos mais conscientes e determinados.
A Nova Cruzada é a mobilização da Juventude Portuguesa, pela obrigação de lhes oferecer a melhor formação e pela sua consciencialização dos seus direitos e deveres, como forma de motivar a sua participação na construção do seu futuro.
A Nova Cruzada é a recuperação do nobre sentido maternal das mulheres portuguesas e o enaltecimento dessa função maternal e do papel determinante e essencial na educação e formação.
A Nova Cruzada é a comunhão do sentimento patriótico, com o sentido e postura de exigência, que associa todas as vontades e crenças, numa afinidade colectiva de Valores e de Direitos, que ditarão o verdadeiro movimento que fará ressuscitar a Alma do povo português e voltar a dar sentido a Portugal.
A Nova Cruzada tem protagonistas e princípios, essa é a sua essência, a sua razão e a sua força:
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Todos os portugueses que sentem esse forte sentimento de paixão, pela sua Raiz que foi plantada num Território Sagrado e que não abdicam do considerar como seu e como seus únicos e exclusivos donos e gestores.
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Todos os portugueses que vivem e não abdicam de viver, numa sociedade cuja pilar dominante é a Família e o seu direito de prioridade na formação e educação dos portugueses, de acordo com os princípios e valores religiosos, que estão na sua origem e na sua tradição.
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Todos os portugueses que se honram e orgulham da sua História e querem viver orgulhosos da sua própria dignidade no presente e no futuro.
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Todos os portugueses que não abdicam da defesa dos Valores Eternos, que são a essência equilíbrio social: o Respeito devido a cada um e ao próximo, a Honestidade, a Generosidade, a Solidariedade, a Lealdade, a Liberdade e a Verdade.
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Todos os portugueses que Acreditam que Portugal é eterno e que não se resignam a imposições de limitação da sua soberania como uma fatalidade, acreditando como uma Verdade, que tem sido negada, nas suas potencialidades, territoriais, culturais e humanas.
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Todos os portugueses que se revejam na preferência nacional. Na defesa dos nossos produtos, da nossa cultura, do nosso ambiente e território, nos nossos direitos, nos nossos hábitos, costumes e tradições.
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Todos os portugueses que sentem o seu Portuguesismo, que é Patriotismo, Humanismo e Mundanismo. Uma diferenciação e distinção de um povo glorioso, que pela sua afirmação criará a riqueza indispensável, que fará renascer a sua motivação, o seu orgulho, a sua felicidade, também a amizade e o reconhecimento de todos os outros povos.
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Todos os portugueses que exigem que o Serviço Público e Político retome o seu verdadeiro significado de Servir a sociedade, com o objectivo do bem-estar dos portugueses.
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Todos os portugueses que reclamam o mérito e a qualidade no exercício do Serviço Público e Político e que não abdicam do direito de exigência da responsabilização pública de todos os que se disponibilizem para a função enobrecida do Serviço Público e da Governação.
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Todos os portugueses que rejeitam como objectivo exclusivo, o usufruto dos bens materiais, o materialismo como finalidade da vida humana e realçam o humanismo e a espiritualidade, como factores determinantes da realização pessoal e colectiva.
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Todos os portugueses que reconhecem Portugal em todo seu sentido histórico e actual como uma Nação do Mundo e que rejeitam toda e qualquer outra subalternização deste sentido de Portugal, que está naturalmente identificado pela opção de muitos que vivem e trabalham fora do Território Pátrio.
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Todos os portugueses que acreditam na distinta diferenciação de Portugal e do Povo português e que só foi possível manter essa diferenciação justificadora de Nação, pelo reconhecimento colectivo, por vezes intuitivo, mas verdadeiro, de que temos hoje, tal como tivemos no passado, um desígnio a cumprir que nos enriquecerá e glorificará.
A Nova Cruzada não é um movimento político, nem social, ou religioso. É a expressão de uma luta colectiva que unirá a maioria da sociedade portuguesa, com o objectivo da Libertação dos Portugueses e de Portugal:
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Uma mobilização colectiva contra a Mentira e a Manipulação.
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Uma mobilização colectiva contra o laicismo militante e a sua consequente descaracterização da sociedade portuguesa.
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Uma mobilização colectiva contra a corrupção e os compadrios.
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Uma mobilização colectiva contra os privilégios pessoais e partidários, que conduziram a uma inaceitável diferenciação da distribuição do rendimento nacional e a uma Oligarquia partidária onde os direitos são sonegados, espartilhados, em que se nega o surgimento de novas ideias e novas forças partidárias e se inibe a responsabilização política.
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Uma mobilização colectiva contra todos os aspectos que afrontam a nossa afinidade comum, numa atitude de firmeza e empenhamento permanente, de participação cívica.
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Uma mobilização colectiva de informação e testemunho pessoal ou associativo, capaz de mobilizar toda a sociedade e a ela levar a Esperança que carece para se impor na sua vontade.
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Uma mobilização colectiva contra a mediocridade da classe dirigente e um apelo constante a permanente à afirmação pública da qualidade ao serviço de Portugal e da sociedade portuguesa.
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Uma mobilização colectiva contra os espartilhos e condicionamentos da liberdade de expressão e em prol do sentido crítico, pois estas por vezes subtis formas de neutralização, representam as mais graves de limitações actuais dos direitos e liberdades dos portugueses e formas de preservar os erros e as irresponsabilidades.
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Uma mobilização colectiva pelas mudanças urgentes… do Ensino Público obsoleto, pela exigência dos princípios prioritários do rigor, da exigência e da motivação. Da Justiça, que terá de ser independente e célere e pela simplificação legal. Da despesa corrente do Estado e do sentido do rigor dos Serviços públicos. Do sistema eleitoral, pela liberalização das candidaturas, pela eliminação do oligopólio partidário e pela responsabilização dos eleitos.
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Uma mobilização colectiva pelos direitos regionais a um desenvolvimento harmonioso e contra a desertificação ambiental e social.
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Uma mobilização colectiva pelo direito à segurança de pessoas e bens
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Uma mobilização colectiva na defesa da igualdade de oportunidades e no enaltecimento do mérito individual.
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Uma mobilização colectiva na defesa do património nacional, do ambiente e dos recursos.
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Uma mobilização colectiva na aproximação dos portugueses e na sua mobilização para projectos nacionais. No aprofundamento dos laços culturais, económicos e sociais com os povos lusófonos.
A Nova Cruzada é assim a luta, que teremos de fazer em muitos e diversos campos de batalha, sob a bandeira comum de restaurar Portugal e o seu sentido como Nação do Mundo.
A Nova Cruzada é a libertação de Portugal, pela Verdade, pelo sentimento comum, pela razão que justifica a Nação, pela comunhão de todas as nossas afinidades e pela crença de que temos uma importante missão a desempenhar hoje e no futuro.
Serão lutas diárias, a que associarão um vasto e diversificado conjunto de organizações e organismos cívicos, culturais e religiosos, que conduzirão à vitória esta Cruzada de salvação e libertação de Portugal.
Os Libertados, empenhados na Restauração de Portugal e do seu profundo sentido histórico e cultural, disponibilizam-se para a Nova Cruzada e exortam todos os patriotas a uniram-se nesta luta de que se orgulharão os nossos filhos, os nossos netos e os seus descendentes.
Azambuja, 22 de Maio de 2010
Os Libertados, pel’A Nova Cruzada


Como Português saúdo a Acção Monárquica pela dignificação de Portugal, sua Cultura, sua Língua e sua História. Viva a Nova Cruzada, Viva Portugal!
Até que enfim…… já era tempo de surgir algo de novo, em contraponto com a bandalheira reinante.
Estou de alma e coração convosco. Estamos num momento de extrema gravidade para o nosso país que está novamente a perder a sua liberdade e a sua auto-determinação. E o povo, na sua santa ignorância, continua a ser criminosamente enganado.
Quem nasceu num Império, cheio de riquezas e de potencialidades, embora não exploradas, e pensa no que vai deixar às futuras gerações, só pode estar desolado. Ainda mais, quem tem centenas de horas em combate na Guiné, chefiou centenas de africanos e contactou a generalidade da população que acreditava na protecção dos portugueses idos da Metrópole…
Chega de mentiras.