Por o tema em análise ser deveras essencial para o conhecimento da História do Povo Português, da sua secular tradição e da glória tão meritoriamente alcançada pela sua Nobre Gente, reproduzimos aqui um pequeno artigo de um nosso muito estimado amigo, que é mais um apelo e um sonoro grito de alerta para a anómala situação, em que os nossos mais estimados valores, mais uma vez, são colocados em precária situação.
Em primeira análise, poderá até parecer estranho, verificar que aqueles que vêm a terreiro, até com desmedida frequência, enaltecer os feitos dos descobrimentos portugueses como actos pioneiros da globalização, subalternizem e assim destruam a memória da sua gesta.
Mas de facto, não há nenhuma contradição. A nossa gesta marítima, nada tem a ver com o “fenómeno” da globalização que agora pretendem impor-nos. Aqui, algo de perverso trabalha para a todos nos subjugar. Uma ponta do véu já se levantou. Creio ser possível ver agora com clareza os tentáculos da “besta” que nos cerca.
Luiz Andrino
O MAPA-MUNDI dos DESCOBRIMENTOS PORTUGUESES,
NA PAREDE DA ENTRADA DO MUSEU DE MARINHA,
ENCONTRA-SE AGORA…
… NA IMINÊNCIA DE SER SACRIFICADO NO ALTAR DA GLOBALIZAÇÃO.
UMA MACHADADA NAS RAÍZES DA LUSA IDENTIDADE!
(Quando o servilismo ao estrangeiro namora com a traição à Pátria e a mediocridade se apoia na prepotência, temos todos os ingredientes para uma situação explosiva!)
Uma sabedoria antiga celta indica que:
"CONTRA A ESTUPIDEZ ATÉ OS DEUSES LUTAM EM VÃO!"
Uma sabedoria lusa, nas últimas décadas mais do que comprovada, indica que:
"POUCOS, SÃO MAIS PERIGOSOS DO QUE OS MEDÍOCRES COM RECEIO DE SEREM DESMASCARADOS COMO TAIS!"
Porém, já Frederico o Grande ensinou ao seu aluno e amigo, o nosso Conde de Lippe:
"Uma guerra apenas está ganha ou perdida no momento em que um dos lados desiste de lutar!"
Pedras de Ielala – Rio Zaire – Diogo Cão
Assim sendo, o recado é simples:
"QUEM NÃO QUISER PERDER A SUA IDENTIDADE TERÁ QUE A AFIRMAR!”
Desistir da luta pela defesa do acesso aos conhecimentos históricos de um povo, seria quebrar os laços com os seus antepassados.
Cada folha de uma árvore tem a sua razão de ser e tarefa a cumprir. Largar a ligação ao tronco, é deixar-se empurrar por ventos que levam ao triste fim do apodrecimento nalguma valeta!
Dá que pensar!
Dar cabo do Museu de Marinha faz parte do plano de dar cabo da lusa identidade.
Quando se ordenou substituir no ensino a era dos descobrimentos portugueses pela da expansão ibérica já se viu o mesmo rumo.
Foi curioso notar que os professores portugueses resolveram então esta ordem à maneira antiga. Simplesmente não fizeram caso e assim não pegou!
O ataque ao Museu de Marinha não é apenas outra explosão de megalomania e criação de ninho para mais " boys", mas uma ordem de abate a uma fonte de orgulho nacional.
As ordens superiores devem ser as da destruição de fontes do patriotismo.
Seres desenraizados submetem-se mais facilmente à escravatura global!
Rainer Daehnhardt
Leiam e assinem a petição online: «Salvem o Museu de Marinha»:

