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	<title>Acção Monárquica</title>
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		<title>Acção Monárquica</title>
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		<title>O SISTEMA POL&#205;TICO E O COMPORTAMENTO DOS PARTIDOS</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 14:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acção Monárquica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Político-Social]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[Novamente grande discussão por causa do Orçamento para o ano que vem. Ameaça de crise política, previsões de catástrofe, dialéctica em catadupas. Não passamos disto. Aliás o orçamento não é a causa, é apenas o pretexto. Podia ser outra coisa qualquer.

Vejamos:

O sistema político democrático – como é entendido no Ocidente e em Portugal – assume na sua doutrina, que os Partidos Políticos (PP) são “estruturantes” da Democracia. Ou seja sem PP não há Democracia. Não vamos hoje discutir este “entendimento”, mas observar o comportamento dos ditos partidos, um nome, aliás, assaz infeliz.

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			<content:encoded><![CDATA[<h6><font size="2"><i><font>Por </font></i><i><font>João J. Brandão Ferreira</font></i></font></h6>
<h6><i><font size="2">27/09/10</font></i></h6>
<h6><em><font size="2"></font></em><i></i></h6>
<p> <i></i><br />
<h6 align="right"><i><font size="2">“O público, como todos os soberanos,</font></i></h6>
<h6 align="right"><i><font size="2">como os reis, os povos e as mulheres,</font></i></h6>
<h6 align="right"><i><font size="2">não gosta que se lhes diga a verdade”.</font></i></h6>
<h6 align="right"><i><font size="2">Alexandre Dumas</font></i></h6>
<p align="right"><em></em></p>
<p><i></i></p>
<p align="justify">Novamente grande discussão por causa do Orçamento para o ano que vem. Ameaça de crise política, previsões de catástrofe, dialéctica em catadupas. Não passamos disto. Aliás o orçamento não é a causa, é apenas o pretexto. Podia ser outra coisa qualquer.</p>
<p>Vejamos:</p>
<p align="justify">O sistema político democrático – como é entendido no Ocidente e em Portugal – assume na sua doutrina, que os Partidos Políticos (PP) são “estruturantes” da Democracia. Ou seja sem PP não há Democracia. Não vamos hoje discutir este “entendimento”, mas observar o comportamento dos ditos partidos, um nome, aliás, assaz infeliz.</p>
<p align="justify">Devemos começar por fazer uma pergunta e responder-lhe; para que servem os PP, qual o seu objectivo primordial? Pois o objectivo número um – e ao qual todos os demais se subordinam – é tomar o Poder e mantê-lo.</p>
<p align="justify">Como o Poder – nas democracias – é legitimado pelo voto popular, segue-se que a maioria, senão a totalidade, do esforço de qualquer PP se resume a tentar convencer o eleitorado a votar no seu programa e nas suas figuras de proa.</p>
<p align="justify">Se os partidos existentes que se reclamam da doutrina marxista-leninista – que prevê a via revolucionária para a tomada do poder (na verdade qualquer via…) – se dedicam à subversão da sociedade ou do Estado e mantêm capacidades para serem usadas nesse âmbito, é assunto de especulação, normalmente à boca pequena, pois raramente estes temas são abordados nos liberalíssimos órgãos de comunicação social.</p>
<p align="justify">E, de facto, se o objectivo primeiro dos PP, não fosse conseguir o Poder, não se justificava a sua existência. Manter o Poder é, a seguir, a tarefa fundamental, pois permite alargar a sua influência e distribuir lugares e prebendas pelos seus filiados (de que existe uma sofreguidão insaciável), condição <i>sine qua non </i>para garantir alguma lealdade canina nas hostes, sem o que despontarão “tendências”, “dissidências”, “alas críticas”, “renovadores”, etc., sempre efusiva e democraticamente saudadas, mas que constituem uma dor de cabeça que enjoa qualquer dirigente partidário, só de pensar nelas.</p>
<p align="justify">Ora quem está no Poder, não o quer abandonar e, por isso, fará tudo por lá se manter. A primeira coisa que faz é ocupar o maior número de lugares possível; depois tenta arranjar maneira de condicionar a comunicação social e arranjar uma parafernália enorme de propaganda e relações públicas; na sequência distribuem negócios pelos amigos, verdadeiros ou putativos – isto é fundamental para garantir apoios e aumentar os réditos do saco azul partidário; a seguir começam a mentir – leia-se Alexandre Dumas – até porque as pessoas, de um modo geral, gostam que se lhes minta (só aceitam a verdade em tempos de catástrofes extremas…). O início das promessas começa aqui. Como é preciso garantir o voto, é só facilidades, mais direitos, mais obras, mais subsídios, quiçá a lua. Ninguém quer ouvir falar em sacrifícios, deveres, trabalho, disciplina, organização, hierarquia, restrições, etc.</p>
<p align="justify">A partir daqui a economia definha, os costumes relaxam-se, o crime aumenta, a corrupção instala-se. As crises internacionais e os “azares” que sempre acontecem, agravam o descalabro.</p>
<p align="justify">Finalmente, como não sabem fazer mais nada senão isto – o sistema parece que não se regenera – começam a pedir dinheiro emprestado. A partir daqui está tudo estragado e é uma questão de tempo para ser o próprio regime a ser posto em causa.</p>
<p align="justify">Vejamos agora os partidos que estão na oposição. Como o objectivo é, recorda-se, chegar ao Poder, têm que ser contra (até por princípio!), o governo em funções, suportado por um ou mais partidos; têm que o desacreditar, apresentar soluções diferentes, etc.</p>
<p align="justify">Tudo isto resume-se, por norma, numa política de bota abaixo e em fazer demagogia, abusando das promessas. Quem tem meios para isso, provoca greves, cortes de estrada, manifestações nas ruas e campanhas de propaganda. Os mais fundamentalistas põem bombas.</p>
<p align="justify">Quando, após mais uma campanha eleitoral, longa, desgastante e cara (e com o uso e abuso, as pessoas já não as suportam!), a oposição chega ao Poder, faz exactamente o que os anteriores fizeram com algumas nuances de circunstância, ou novidades de marketing. A seguir pede mais dinheiro emprestado.</p>
<p align="justify">Andamos nisto desde 1820, com um intervalo de 48 anos, e várias guerras civis, pelo meio.</p>
<p align="justify">Quando o dinheiro emprestado, normalmente usado no pagamento da dívida e não em investimento reprodutivo, atinge uma certa soma, o descalabro financeiro passa do endividamento na razão aritmética, para a geométrica e a seguir para o crescimento exponencial. Ora nenhum partido está em condições de inverter esta tendência não só porque é contra a lógica de funcionamento do sistema (como se pagariam as promessas?), como a oposição não permitiria. Só haveria “solução” se houvesse um amplo consenso partidário e aceitassem governar juntos. Ora isso é, justamente aquilo que, novamente, a lógica do sistema mais repele, porque uma vez (por hipótese), isso conseguido, deixariam de ser necessários os partidos… Os tais que são estruturantes da Democracia.</p>
<p align="justify">Como casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão, e a fome é má conselheira, diz o povo, não o Dumas, podem os leitores fácilmente ajuizar, onde é que tudo isto se arrisca a descambar, após uma palete de confusões e desgraças, que hão-de suceder no entretanto.</p>
<p align="justify">Pôr as barbas de molho talvez não fosse má ideia.</p>
<p>&#160;</p>
<h6><font size="2"><em>João J. Brandão Ferreira</em></font></h6>
<h6><font size="2"><em>TcorPilAv.(ref.)</em></font></h6>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogaccaomonarquica.wordpress.com/689/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogaccaomonarquica.wordpress.com/689/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blogaccaomonarquica.wordpress.com/689/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blogaccaomonarquica.wordpress.com/689/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/blogaccaomonarquica.wordpress.com/689/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/blogaccaomonarquica.wordpress.com/689/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/blogaccaomonarquica.wordpress.com/689/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/blogaccaomonarquica.wordpress.com/689/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blogaccaomonarquica.wordpress.com/689/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blogaccaomonarquica.wordpress.com/689/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blogaccaomonarquica.wordpress.com/689/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blogaccaomonarquica.wordpress.com/689/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blogaccaomonarquica.wordpress.com/689/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blogaccaomonarquica.wordpress.com/689/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogaccaomonarquica.wordpress.com&amp;blog=11914986&amp;post=689&amp;subd=blogaccaomonarquica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Nova trama novel&#237;stica</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 23:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acção Monárquica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acção Monárquica]]></category>

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		<description><![CDATA[Os primeiros episódios da mais recente novela – melhor seria referi-la como trama novelística que embora sendo uma redundância e significando exactamente a mesma coisa cria uma imagem mais forte e fiel do enredo alicerçado – no palco da promíscua comunicação-social partidarizada que temos (embora, convenientemente, não se note, convenhamos).

Trata-se, nem mais nem menos, do que mais uma enorme operação de marketing político posta à disposição de todo o eleitorado português, que pretende realçar os enormes benefícios inerentes ao regime republicano e democrático em que vivemos, tão “democrática” que permite a crítica e contestação política, com natural, e óbvio, predomínio da formação político-partidária que logrou colocar-se no poder, ao que parece de modo ad-eternus, embora claro está através de processo “claramente democrático”.

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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Os primeiros episódios da mais recente novela – melhor seria referi-la como trama novelística que embora sendo uma redundância e significando exactamente a mesma coisa cria uma imagem mais forte e fiel do enredo alicerçado – no palco da promíscua comunicação-social partidarizada que temos (embora, convenientemente, não se note, convenhamos).</p>
<p align="justify">Trata-se, nem mais nem menos, do que mais uma enorme operação de marketing político posta à disposição de todo o eleitorado português, que pretende realçar os enormes benefícios inerentes ao regime republicano e democrático em que vivemos, tão “democrática” que permite a crítica e contestação política, com natural, e óbvio, predomínio da formação político-partidária que logrou colocar-se no poder, ao que parece de modo ad-eternus, embora claro está através de processo “claramente democrático”.</p>
<p align="justify">Até aqui, fazendo jus ao sistema implantado, nada pareceria anormal, não fosse o facto do partido colocado no poder, valendo-se da sua situação privilegiada, pretenda se apegar a ele confrontando aquela máxima tão grata aos republicanos que é a alternância no poder, ou como preferiam os anteriores republicanos nos derradeiros dias da Monarquia, do rotativismo, ambos os termos considerados ignóbeis para os verdadeiros patriotas tanto há um século atrás como nos dias de hoje, que por essa via vislumbram os derradeiros dias de uma Nação com nove séculos de existência, observando, como que anestesiados, a progressiva perda da sua soberania e o constante esboroar do erário público disperso por “leais servidores do partido e do Estado – não se entende bem outro acaba um e começa o outro –, e outros quejandos.</p>
<p align="justify">Resumindo, a questão é simplérrima: ou os partidos parlamentares (pelo menos um deles) aprova o Orçamento de Estado proposto pelo executivo, ou está a provocar a crise; se provocar a crise, ela provavelmente implicará a queda do governo e a dissolução do parlamento, o que determina a convocação de eleições antecipadas, que não se poderão realizar dada a proximidade das eleições presidenciais (menos de seis meses). Creio não ser difícil verificar o absurdo da situação minuciosamente criada.</p>
<p align="justify">FANTÁSTICO!</p>
<p align="justify">Apetece-me dizer:</p>
<p align="justify">Poderia ser diferente? Poderia… Mas não era a mesma coisa!</p>
<p align="justify">Isto é uma República!</p>
<p>Está tudo dito.</p>
<p><font size="4" face="ParkAvenue BT">Luiz Andrino</font></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogaccaomonarquica.wordpress.com/688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogaccaomonarquica.wordpress.com/688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blogaccaomonarquica.wordpress.com/688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blogaccaomonarquica.wordpress.com/688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/blogaccaomonarquica.wordpress.com/688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/blogaccaomonarquica.wordpress.com/688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/blogaccaomonarquica.wordpress.com/688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/blogaccaomonarquica.wordpress.com/688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blogaccaomonarquica.wordpress.com/688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blogaccaomonarquica.wordpress.com/688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blogaccaomonarquica.wordpress.com/688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blogaccaomonarquica.wordpress.com/688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blogaccaomonarquica.wordpress.com/688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blogaccaomonarquica.wordpress.com/688/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogaccaomonarquica.wordpress.com&amp;blog=11914986&amp;post=688&amp;subd=blogaccaomonarquica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Medita&#231;&#227;o sobre o comportamento actual dos portugueses</title>
		<link>http://blogaccaomonarquica.wordpress.com/2010/09/28/meditao-sobre-o-comportamento-actual-dos-portugueses/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 23:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acção Monárquica</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Político-Social]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[Se na educação de nossos filhos não lhes incutirmos as prioridades do dever, do respeito, do cumprimento das responsabilidades, do esforço para vencer, da sua valorização pessoal, da honestidade, da sinceridade, da verdade e formos permissivos à indolência, à satisfação de caprichos, aos benefícios sem esforço, que expectativa poderemos ter para o seu futuro?
Não terá sido esta a mensagem generalizada e banalizada que foi transmitida à sociedade portuguesa nos últimos 36 anos?
Como querer agora que haja sentido das responsabilidades e da exigência?
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			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p align="justify">Se na educação de nossos filhos não lhes incutirmos as prioridades do dever, do respeito, do cumprimento das responsabilidades, do esforço para vencer, da sua valorização pessoal, da honestidade, da sinceridade, da verdade e formos permissivos à indolência, à satisfação de caprichos, aos benefícios sem esforço, que expectativa poderemos ter para o seu futuro?     <br />Não terá sido esta a mensagem generalizada e banalizada que foi transmitida à sociedade portuguesa nos últimos 36 anos?      <br />Como querer agora que haja sentido das responsabilidades e da exigência?      <br />Como alterar o benefício sem esforço?      <br />Como mobilizar a vontade para o mérito e rigor?      <br />Como exigir a mudança indispensável através do esforço colectivo?      <br />Como readquirir o sentido da responsabilidade individual e colectiva, do dever e das obrigações para com a sociedade e para com a Pátria?      <br />Muitos dos benefícios adquiridos mostram-se hoje incomportáveis…vivemos acima das nossas possibilidades…vivemos na ilusão do impossível.      <br />O povo português conhece bem esta realidade. O corte das benesses vai ser progressivo…há que aproveitar enquanto dura.      <br />Esta é a realidade que induz a esta inércia colectiva perante o descalabro da governação.      <br />Para manter esta postura preferem a maioria dos portugueses não conhecer a realidade e sobretudo não ouvir a mensagem dura do futuro que lhes está reservado ou para seus filhos ou netos.      <br />Os governos e a comunicação social favorece este estado de alma porque convém.      <br />É a mensagem do povo de brandos costumes e a crónica alienação futebolística e novelística.      <br />Egoísmo colectivo, porque para manter este nível de benefícios cada vez comprometemos mais o futuro das gerações seguintes.      <br />Tapam-se os ouvidos, fecham-se os olhos…apenas os que atingem mais rapidamente os níveis da miséria e da fome ou a ansiedade do desemprego passam a estar alarmados.      <br />A maioria ainda está no estádio anterior. Formatada para ser dócil e obediente, sem formação para assumir a luta e o sentido da exigência.      <br />Um povo anestesiado e indiferente ao drama que iremos começar a viver.      <br />Não há uma elite de referência e com suficiente influência capaz de promover a reacção.      <br />As elites são fracas e também elas foram formatadas no mesmo ambiente.      <br />Outros beneficiam escandalosamente deste sistema indiferentes aos dramas humanos, sem qualquer rasgo de sentimento patriótico, muitos deles usando a falsidade do discurso da igualdade.      <br />Será alarmismo?      <br />Não, um país que se distingue de todos os demais, por há mais de uma década, se manter em estagnação económica e que se afirma no caminho da decadência dos valores e da perda de soberania, está claramente a condenar a sua existência e o bem-estar dos seus filhos.      <br />Mudar só será possível, por uma radical mudança de atitude de muitos de nós, dos mais conscientes e dos mais patriotas.      <br />Não será possível uma mudança de rumo que salvaguarde o nosso futuro como povo livre e independente, sem uma mudança de regime e de sistema.      <br />Este será o desafio dos conscientes e patriotas.      <br />Deles exige-se uma atitude determinada.      <br />Que apareçam, que se juntem e que se afirmem.</p>
</blockquote>
<p align="justify"><font size="3" face="Calligraph421 BT">José J. Lima Monteiro Andrade</font></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogaccaomonarquica.wordpress.com/687/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogaccaomonarquica.wordpress.com/687/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blogaccaomonarquica.wordpress.com/687/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blogaccaomonarquica.wordpress.com/687/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/blogaccaomonarquica.wordpress.com/687/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/blogaccaomonarquica.wordpress.com/687/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/blogaccaomonarquica.wordpress.com/687/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/blogaccaomonarquica.wordpress.com/687/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blogaccaomonarquica.wordpress.com/687/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blogaccaomonarquica.wordpress.com/687/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blogaccaomonarquica.wordpress.com/687/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blogaccaomonarquica.wordpress.com/687/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blogaccaomonarquica.wordpress.com/687/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blogaccaomonarquica.wordpress.com/687/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogaccaomonarquica.wordpress.com&amp;blog=11914986&amp;post=687&amp;subd=blogaccaomonarquica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>A Lei 2105</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 21:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acção Monárquica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Político-Social]]></category>
		<category><![CDATA[Política governamental]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://blogaccaomonarquica.wordpress.com/2010/08/03/a-lei-2105/</guid>
		<description><![CDATA[Acabemos de vez com este desbragamento, este verdadeiro insulto à dignidade de quem trabalha para conseguir atingir a meta de pagar as contas no fim do mês.

Corria o ano de 1960 quando foi publicada no “Diário do Governo” de 6 de Junho a Lei 2105, com a assinatura de Américo Tomaz, Presidente da República e do Presidente do Conselho de Ministros, Oliveira Salazar.

Conforme nos descreve Pedro Jorge de Castro no seu livro “Salazar e os milionários”, publicado pela Quetzal em 2009, essa lei destinou-se a disciplinar e moralizar as remunerações recebidas pelos gestores do Estado, fosse em que tipo de estabelecimentos fosse. Eram abrangidos os organismos estatais, as empresas concessionárias de serviços públicos onde o Estado tivesse participação accionista, ou ainda aquelas que usufruíssem de financiamentos públicos ou “que explorassem actividades em regime de exclusivo”. Não escapava nada onde houvesse, directa ou indirectamente, investimento do dinheiro dos contribuintes.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogaccaomonarquica.wordpress.com&amp;blog=11914986&amp;post=686&amp;subd=blogaccaomonarquica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/08/image.png"><img style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;" title="image" alt="image" src="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/08/image_thumb.png?w=177&#038;h=172" width="177" height="172" /></a></p>
<p align="justify"> Acabemos de vez com este desbragamento, este verdadeiro insulto à dignidade de quem trabalha para conseguir atingir a meta de pagar as contas no fim do mês.</p>
<p align="justify">Corria o ano de 1960 quando foi publicada no “Diário do Governo” de 6 de Junho a Lei 2105, com a assinatura de Américo Tomaz, Presidente da República e do Presidente do Conselho de Ministros, Oliveira Salazar.</p>
<p align="justify">Conforme nos descreve Pedro Jorge de Castro no seu livro “Salazar e os milionários”, publicado pela Quetzal em 2009, essa lei destinou-se a disciplinar e moralizar as remunerações recebidas pelos gestores do Estado, fosse em que tipo de estabelecimentos fosse. Eram abrangidos os organismos estatais, as empresas concessionárias de serviços públicos onde o Estado tivesse participação accionista, ou ainda aquelas que usufruíssem de financiamentos públicos ou “que explorassem actividades em regime de exclusivo”. Não escapava nada onde houvesse, directa ou indirectamente, investimento do dinheiro dos contribuintes.</p>
<p align="justify">E que dizia, em resumo, a Lei 2105? </p>
<p align="justify">Dizia que ninguém que ocupasse esses lugares de responsabilidade pública podia ganhar mais do que um Ministro. </p>
<p align="justify">A publicação desta lei altamente moralizadora ocorreu no Estado Novo de Salazar, vai, dentro de 2 meses, fazer 50 anos.</p>
<p align="justify">Catorze anos depois desta lei “fascista”, em 13 de Setembro de 1974, o Governo de Vasco Gonçalves, recém-saído do 25 de Abril, pegou na Lei 2105 e, através do Decreto-lei 446/74, limitou os vencimentos dos gestores públicos e semi-públicos ao salário máximo de 1,5 vezes o vencimento de um Secretário de Estado.</p>
<p align="justify">Hoje, ao lermos esta legislação, dá a impressão que se mudou, não de país, mas de planeta, porque isto era no tempo do “fascismo” (Lei 2105) ou do “comunismo” (Dec. Lei 446/74).</p>
<p align="justify">Agora, é tudo muito melhor, sobretudo para os reis da fartazana que são os gestores do Estado dos nossos dias.</p>
<p align="justify">Não admira, porque mudando-se os tempos, mudam-se as vontades, e onde o sector do Estado pesava 17% do PIB no auge da guerra colonial, com todas as suas brutais despesas, pesa agora 50%.</p>
<p align="justify">E, como todos sabemos, é preciso gente muito competente e soberanamente bem paga para gerir os nossos dinheirinhos. </p>
<p align="justify">Tão bem paga é essa gente que o homem que preside aos destinos da TAP, Fernando Pinto, que é o campeão dos salários de empresas públicas em Portugal (se fosse no Brasil, de onde veio, o problema não era nosso) ganha a monstruosidade de 420.000 €/mês, um ”pouco” mais que Henrique Granadeiro, o presidente da PT, o qual aufere a módica quantia de 365.000 €/mês.</p>
<p align="justify">Aliás, estes dois são apenas o topo de uma imensa corte de gente que come e dorme à sombra do orçamento e do sacrifício dos contribuintes, como se pode ver pela lista divulgada recentemente por um jornal semanário, onde vêm nomes sonantes da nossa praça, dignos representantes do despautério e da pouca-vergonha a que chegou a vida pública portuguesa. </p>
<p align="justify">Entretanto, para poupar uns 400 milhões nas deficitárias contas do Estado, o governo não hesita em cortar benefícios fiscais a pessoas que ganham por mês um centésimo, ou mesmo 200 e 300 vezes menos que os homens (porque, curiosamente, são todos homens…) da lista dourada que o “Sol” deu à luz há pouco tempo.</p>
<p align="justify">Curioso é também comparar estes valores salariais com os que vemos pagar a personalidades mundiais como o Presidente e o Vice-Presidente dos EUA, os Presidentes da França, da Rússia etc&#8230; </p>
<p align="justify">Acabemos de vez com este desbragamento, este verdadeiro insulto à dignidade de quem trabalha para conseguir atingir a meta de pagar as contas no fim do mês.</p>
<p align="justify">Não é preciso muito, nem sequer é preciso ir tão longe como o DL 446 de Vasco Gonçalves, Silva Lopes e Rui Vilar; basta ressuscitar a velhinha, mas pelos vistos revolucionária Lei 2105, assinada há 50 anos pelo (ele sim e não um engenheiro de pacotilha) Prof. Doutor Oliveira Salazar.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p><em></em></p>
<p><em></em></p>
<h6><em></em></h6>
<h5><em>Vasco Garcia</em> </h5>
<h5><em>Professor Catedrático</em></h5>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogaccaomonarquica.wordpress.com/686/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogaccaomonarquica.wordpress.com/686/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blogaccaomonarquica.wordpress.com/686/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blogaccaomonarquica.wordpress.com/686/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/blogaccaomonarquica.wordpress.com/686/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/blogaccaomonarquica.wordpress.com/686/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/blogaccaomonarquica.wordpress.com/686/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/blogaccaomonarquica.wordpress.com/686/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blogaccaomonarquica.wordpress.com/686/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blogaccaomonarquica.wordpress.com/686/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blogaccaomonarquica.wordpress.com/686/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blogaccaomonarquica.wordpress.com/686/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blogaccaomonarquica.wordpress.com/686/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blogaccaomonarquica.wordpress.com/686/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogaccaomonarquica.wordpress.com&amp;blog=11914986&amp;post=686&amp;subd=blogaccaomonarquica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Acção Monárquica</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>A For&#231;a do Discurso Pol&#237;tico e a Estrat&#233;gia Mon&#225;rquica</title>
		<link>http://blogaccaomonarquica.wordpress.com/2010/06/29/a-fora-do-discurso-poltico-e-a-estratgia-monrquica/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 20:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acção Monárquica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acção Monárquica]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Convenção Monárquica]]></category>

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		<description><![CDATA[A reimplantação da Monarquia e do Reino de Portugal é a restituição da Liberdade e da afirmação da sua Identidade ao povo português. 

O projecto monárquico português, credível e entusiasmante só pode ser divulgado, através do discurso e da atitude, da recuperação da liberdade e representação democrática dos portugueses e da sociedade, na gestão do seu presente e na projecção do seu futuro.

O discurso monárquico terá de ser alternativo ao regime e ao actual sistema de oligarquia partidária, para ser motivante e de esperança perante a actual descrença e descontentamento.

Não é motivante o discurso da mudança da alínea b) do art.º 288 da Constituição.

Não é sequer motivante o discurso do referendo face ao Regime.

Não é motivante a apresentação das monarquias europeias como vantagem política.

Estou a falar da motivação da população portuguesa e não estou a ajuizar sobre as vantagens ou desvantagens sobre a divulgação dessas questões.

Estou a referir-me apenas à força e ao impacto desse discurso e não sobre a sua consistência.

O que importa no discurso político é a sua capacidade de entendimento ao maior número possível de portugueses, de mobilizar o interesse colectivo e o seu entusiasmo. 

A receptividade dos portugueses perante a mensagem monárquica dependerá da capacidade de sermos capazes de lhes oferecer uma esperança que assegure o futuro e salvaguarde o seu sonho de liberdade, democracia e estabilidade. 

Monarquia é Liberdade, o Rei é Livre e Livres seremos todos nós.

Nesta mensagem essencial da doutrina monárquica não pode haver qualquer indício de suspeição, colocada através de atitudes dos protagonistas da mensagem monárquica.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogaccaomonarquica.wordpress.com&amp;blog=11914986&amp;post=682&amp;subd=blogaccaomonarquica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A reimplantação da Monarquia e do Reino de Portugal é a restituição da Liberdade e da afirmação da sua Identidade ao povo português. </p>
<p align="justify">O projecto monárquico português, credível e entusiasmante só pode ser divulgado, através do discurso e da atitude, da recuperação da liberdade e representação democrática dos portugueses e da sociedade, na gestão do seu presente e na projecção do seu futuro.</p>
<p align="justify">O discurso monárquico terá de ser alternativo ao regime e ao actual sistema de oligarquia partidária, para ser motivante e de esperança perante a actual descrença e descontentamento.</p>
<p align="justify">Não é motivante o discurso da mudança da alínea b) do art.º 288 da Constituição.</p>
<p align="justify">Não é sequer motivante o discurso do referendo face ao Regime.</p>
<p align="justify">Não é motivante a apresentação das monarquias europeias como vantagem política.</p>
<p align="justify">Estou a falar da motivação da população portuguesa e não estou a ajuizar sobre as vantagens ou desvantagens sobre a divulgação dessas questões.</p>
<p align="justify">Estou a referir-me apenas à força e ao impacto desse discurso e não sobre a sua consistência.</p>
<p align="justify">O que importa no discurso político é a sua capacidade de entendimento ao maior número possível de portugueses, de mobilizar o interesse colectivo e o seu entusiasmo. </p>
<p align="justify">A receptividade dos portugueses perante a mensagem monárquica dependerá da capacidade de sermos capazes de lhes oferecer uma esperança que assegure o futuro e salvaguarde o seu sonho de liberdade, democracia e estabilidade. </p>
<p align="justify">Monarquia é Liberdade, o Rei é Livre e Livres seremos todos nós.</p>
<p align="justify">Nesta mensagem essencial da doutrina monárquica não pode haver qualquer indício de suspeição, colocada através de atitudes dos protagonistas da mensagem monárquica.</p>
<p align="justify">O Rei é Livre, Isento, Independente e Imparcial… o Herdeiro Real terá de ser a imagem fiel e indiscutível dessas premissas doutrinárias e por esse facto terá de se assumir como o Herdeiro que reconhece e confia em todas as afirmações monárquicas. </p>
<p align="justify">O Herdeiro está ao serviço de Portugal, ouve e motiva todos os portugueses e por consequência todos os monárquicos, está acima das suas disputas ideológicas e estratégicas, dos seus grupos ou organizações… liberta-os porque não condiciona ou impõe a sua atitude, os seus direitos ou as suas opiniões… UNE todos, porque reconhece em todos a sua liberdade de pensamento, de atitude, de expressão e de afirmação.</p>
<p align="justify">Os monárquicos são Homens e Mulheres livres, que tem de se apresentar coerentes, com esse seu estatuto e por esse facto a sua unidade de acção e de estratégia, não pode nunca ser consequência de pressões de qualquer natureza, muito menos de rejeição de afirmações individuais ou colectivas. </p>
<p align="justify">Não há lugar a “súbditos” numa monarquia moderna, haverá sim Homens e Mulheres livres, todos iguais perante a lei, seguros e confiantes nos seus direitos, que confiam no Rei a garantia suprema da sua liberdade.</p>
<p align="justify">Há evidentes diferenças de estratégia na acção dos monárquicos. </p>
<p align="justify">Diferenças que terão de ser respeitadas por todos e a unidade monárquica, nunca poderá ser alcançada por qualquer atitude de rejeição, de preferência ou de exclusividade.</p>
<p align="justify">Só totalmente libertados, libertos de acusações sem fundamento, libertos de pressões inibitórias, libertos de conotações e espartilhos, de interesses e ansiedades pessoais, de complexos, de tentativas de silenciamento ou neutralização, da presunção de privilégios, de direitos presuntivos, de obrigações de fidelidade pessoal, dos “rótulos” redutores… poderemos afirmar em liberdade a nossa profunda e sincera convicção monárquica.</p>
<p align="justify">Seremos então Livres, no discurso de Liberdade e Credíveis porque ao discurso associamos a atitude monárquica correcta.</p>
<p align="justify">No nosso Rei acreditamos, porque Ele está ao Serviço de todos nós, de Portugal e essa é a sua condição de Herdeiro ao Trono.</p>
<p align="justify">O nosso Rei, que libertará os portugueses e Portugal, não defenderá nenhum direito pessoal, não é um Pretendente, não é o chefe de uma tendência, grupo ou facção, mas sim o Herdeiro do sentido de Portugal, em quem os portugueses reconhecem ter condições exclusivas, de unir todos no projecto colectivo de restaurar Portugal pela Monarquia.</p>
<p align="justify">Só quando os monárquicos e em particular as suas principais Referências entenderem que este sentido profundo de liberdade está perfeitamente assimilado e confirmado no íntimo dos portugueses poderemos finalmente ser ouvidos, escutados, entendidos e apreciados.</p>
<p align="justify">Só então passaremos a ser credíveis… porque associamos o discurso à doutrina, o discurso à atitude.</p>
<p align="justify">O Rei moderno não governa, não tem ideologia política, não tem partido….é livre e independente, motiva a participação cívica e política, é imparcial na sua arbitragem da liberdade que reconhece e defende para todos os portugueses.</p>
<p align="justify">O Herdeiro Real moderno, não aponta caminhos de militância monárquica, não tem preferências por grupos, organizações ou estratégias, unifica através da sua disponibilidade para Servir e Unir os portugueses. </p>
<p align="justify">Motiva todas as expressões e afirmações monárquicas, porque acredita que a solução monárquica é a salvadora do sentido de Portugal. Porque acredita na sua própria convicção e na sua condição de responsabilidade de ser o Herdeiro unificador do espírito, dos princípios e da coerência doutrinária.</p>
<p align="justify">Ser monárquico, não deve, nem pode ser interpretado, resultado de aparências ou realidades, como uma diferenciação social, de grupo ou de seita.</p>
<p align="justify">Ser monárquico, é hoje apenas uma designação de militância por um objectivo político.</p>
<p align="justify">Esse objectivo será alcançado, se não persistirmos em ser uma “ simples bolha autónoma” da sociedade portuguesa… o objectivo só será viável, quando entendermos todos, que esse objectivo passa primeiro pela conquista pela razão e pelo coração, de todos os portugueses para a monarquia.</p>
<p align="justify">O Reino de Portugal, haverá de ser ressuscitado… temos hoje essa oportunidade histórica evidente… mas só a conseguiremos aproveitar se estivermos totalmente sintonizados com a vontade e ansiedade colectiva.</p>
<p align="justify">O actual descontentamento, é o sinal da falência do regime republicano, do actual sistema político e também da nossa actual dependência externa… saibamos então dar a resposta adequada ao momento histórico… afirmemo-nos no discurso, na atitude e no projecto político, como uma verdadeira alternativa credível e consistente, ao descontentamento, à resignação e à revolta.</p>
<p align="justify">Mobilizemos os inconformados, mas também os conformados e acomodados.</p>
<p align="justify">Da nossa coragem, frontalidade e motivação, depende a salvação do sentido de Portugal.</p>
<p align="justify">Todos seremos úteis e todos seremos sempre poucos, se todos entendermos que ser português é ser generoso e despido de interesses particulares e que é a Hora de se afirmarem todos os que se revêem, nesta identidade…</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><font color="#0000ff" size="3"><strong>Livres e Libertados.</strong></font></p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><i>José J. Lima Monteiro Andrade</i></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogaccaomonarquica.wordpress.com/682/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogaccaomonarquica.wordpress.com/682/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blogaccaomonarquica.wordpress.com/682/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blogaccaomonarquica.wordpress.com/682/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/blogaccaomonarquica.wordpress.com/682/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/blogaccaomonarquica.wordpress.com/682/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/blogaccaomonarquica.wordpress.com/682/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/blogaccaomonarquica.wordpress.com/682/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blogaccaomonarquica.wordpress.com/682/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blogaccaomonarquica.wordpress.com/682/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blogaccaomonarquica.wordpress.com/682/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blogaccaomonarquica.wordpress.com/682/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blogaccaomonarquica.wordpress.com/682/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blogaccaomonarquica.wordpress.com/682/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogaccaomonarquica.wordpress.com&amp;blog=11914986&amp;post=682&amp;subd=blogaccaomonarquica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Cerim&#243;nia do 10 de Junho em Bel&#233;m</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 12:17:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Andrino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acção Monárquica]]></category>

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		<description><![CDATA[A cerimónia efectuada no passado dia 10 de Junho, por antigos combatentes das Forças Armadas Portuguesas, em Belém e no Mosteiro dos Jerónimos – e à qual infelizmente não me foi possível assistir –, foi bonita e extremamente significativa. Saúdo por isso os organizadores e intervenientes por esse acto de coragem e de lembrança de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogaccaomonarquica.wordpress.com&amp;blog=11914986&amp;post=679&amp;subd=blogaccaomonarquica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A cerimónia efectuada no passado dia 10 de Junho, por antigos combatentes das Forças Armadas Portuguesas, em Belém e no Mosteiro dos Jerónimos – e à qual infelizmente não me foi possível assistir –, foi bonita e extremamente significativa. Saúdo por isso os organizadores e intervenientes por esse acto de coragem e de lembrança de quem, abnegadamente, serviu a Pátria portuguesa dando tudo aquilo que tinha para dar.</p>
<p align="justify">Aqui deixo também expresso, modestamente, a minha mais sentida homenagem a esses tantos Heróis Pátrios, que num tempo em que a Nação honrava quem a servia, não se inibiram de responder com denodo à solicitação que lhes foi enviada. Pela sua intrépida atitude, marcaram definitivamente mais um dos períodos de glória da nossa História. Creio ter chegado o tempo de reacender a chama que tanto nos encheu de orgulho e honras.</p>
<p>Bem-haja,</p>
<p><font size="4" face="ParkAvenue BT"><em>Luiz Andrino</em></font></p>
<p><em><font size="4" face="ParkAvenue BT">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </font></em></p>
<p>Ver em</p>
<p><a title="http://luizandrino.wordpress.com/2010/06/11/cerimnia-do-10-de-junho-em-belm/" href="http://luizandrino.wordpress.com/2010/06/11/cerimnia-do-10-de-junho-em-belm/">http://luizandrino.wordpress.com/2010/06/11/cerimnia-do-10-de-junho-em-belm/</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogaccaomonarquica.wordpress.com/679/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogaccaomonarquica.wordpress.com/679/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blogaccaomonarquica.wordpress.com/679/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blogaccaomonarquica.wordpress.com/679/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/blogaccaomonarquica.wordpress.com/679/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/blogaccaomonarquica.wordpress.com/679/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/blogaccaomonarquica.wordpress.com/679/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/blogaccaomonarquica.wordpress.com/679/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blogaccaomonarquica.wordpress.com/679/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blogaccaomonarquica.wordpress.com/679/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blogaccaomonarquica.wordpress.com/679/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blogaccaomonarquica.wordpress.com/679/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blogaccaomonarquica.wordpress.com/679/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blogaccaomonarquica.wordpress.com/679/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogaccaomonarquica.wordpress.com&amp;blog=11914986&amp;post=679&amp;subd=blogaccaomonarquica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">LuizAndrino</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>As elei&#231;&#245;es Presidenciais e a Rep&#250;blica</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 06:51:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acção Monárquica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Presidenciais - Candidatos]]></category>
		<category><![CDATA[Presidenciais]]></category>

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		<description><![CDATA[...
Esta questão parcelar, no entanto, não nos deve afastar do problema essencial no que concerne às eleições presidenciais. O regime político republicano, que vigora no país há cerca de um século, tem-se mostrado, ao longo das suas três repúblicas – qual delas a pior –, manifestamente nefasto para a nossa identidade nacional. Em abono da verdade, cumpre-me referir que nesta República foram implementadas algumas medidas de carácter social, dirigidas ao encontro das necessidades das populações – que no entanto pecam em casos de injustiça resultantes do centralismo burocrático do Estado que penaliza os mais desfavorecidos e particularmente as populações do interior, que estranhamente (ou não) são discriminadas nos apoios então disponibilizados e arremessam Portugal também aqui e mais uma vez para o fundo da tabela europeia. Tem o país vindo a ser delapidado nas suas riquezas patrimoniais, quer territoriais, quer humanas, sendo que as últimas três décadas têm de longe sido as piores, por estarem agravadas pela agressiva ofensiva globalizadora a nível mundial, que tende a tolher as populações nas suas aspirações de liberdade e de soberania, amarrando-as a objectivos bem diversos dos seus próprios interesses e da sua independência.

A República na qual agora vivemos, encontra-se inteiramente dominada pelo partidismo, desde o mais alto magistrado da Nação até aos órgãos municipais – sendo por isso consensual chamar de oligarquia partidária –, que tem apegado a si, abastados grupos económico-financeiros e de variados interesses pessoais, pelo que tem mostrado uma irritante incapacidade de governar no interesse exclusivo da Nação. Não será novidade afirmar que existe a percepção de uma larga camada de portugueses, da urgente necessidade de alterar a estrutura do aparelho de Estado, de forma a reverter a situação absolutamente anómala em que nos encontramos. Enquanto alguns dos descontentes preconize substanciais alterações, mantendo no entanto o actual regime, parece-me que tal solução seria apenas provisória e não resolveria de forma satisfatória o grave problema nacional. A questão é por demais profunda e requer solução eficaz, sob pena de que a mudança resulte em que tudo permaneça igual. Como tal, parece-me que o mais verosímil será contestar o tipo de regime em vigor, dando um eficaz golpe às clientelas político-partidárias e reduzindo os partidos políticos ao papel que deverão ter na sociedade e no aparelho de Estado: a acção governativa, com instrumentos de controlo e responsabilização política e cívica uninominal dos respectivos intervenientes. Para a chefia do Estado, o mais alto magistrado da Nação, só poderá ser alguém que esteja absolutamente fora do quadro político-partidário, assim como inócuo à influência de quaisquer grupos de pressão, seja no domínio económico-financeiro ou de outros, para que possa gerir os destinos da Nação, tendo em conta ela própria e não interesses diversos.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogaccaomonarquica.wordpress.com&amp;blog=11914986&amp;post=677&amp;subd=blogaccaomonarquica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Já se encontram em franco desenvolvimento os trabalhos relativos à montagem da enorme ‘tenda publicitária’ que irá acompanhar todo o processo, dito democrático, com vista à eleição do próximo Presidente da República. A escolha do grupo político-partidário, ainda no poder, para seu candidato às eleições presidenciais, como se sabe, recaiu sobre o Dr. Manuel Alegre. Por consequência de tal opção política, é expectável uma enorme operação de marketing político em torno da sua candidatura, disponibilizando-lhe à partida uma ampla base de apoio eleitoral, e criando expectativas sobre a sua eventual eleição.</p>
<p align="justify">Tal circunstância tem provocado evidente mal-estar entre os militares das Forças Armadas Portuguesas, que cumpriram o seu alienável dever para com a Pátria Portuguesa, defendendo-a com honra e galhardia, entre os quais modestamente me incluo. Esse desagrado, que em boa verdade bem se poderá entender antes como revolta, justifica-se plenamente pelas acções desencadeadas pelo supracitado, de desrespeito pela Pátria – e não para com o regime vigente na época como nos pretendem fazer crer pois que se tratava de uma questão nacional e não de regime como sempre foi nas repúblicas anteriores e também na monarquia –, no momento em ela mais precisava de todos os seus elementos. Acresce ainda, que a sua atitude não foi apenas passiva, pois através de intervenção directa numa emissora de rádio que difundia comunicados subversivos anti-portugueses, interferiu de forma gravosa em acções militares, tendo a sua acção resultado no fracasso de algumas operações militares das Forças Armadas Portuguesas, conforme testemunho de militares conceituados que naquele tempo exerciam funções de comando.</p>
<p align="justify">Esta incontestável realidade, que naquele tempo foi considerada pelos revolucionários como uma atitude meritória em defesa da Liberdade, parece ser agora inconveniente para o referido candidato e seus apoiantes – por certo todos eles amantes da mesma Liberdade –, que numa atitude censória, têm ameaçado com processos judiciais quem se atrever a relembrar tais façanhas perpetradas durante a guerra contra o Estado português, nos então territórios ultramarinos. Não haverá qualquer possibilidade de calar milhares de portugueses, militares e também civis, que sofreram as nefastas consequências de tais acções e que facilmente poderão testemunhar os acontecimentos daquela época. Os testemunhos são imensos e provêm de uma larga camada da população que viveu aqueles conturbados tempos, e que ainda hoje se encontra afectada pelo sucedido. A solução a ser encontrada, deveria ser necessariamente de carácter político e diplomático, e nunca poderia ter atingido, nem minimamente beliscado, as tropas que estavam ao serviço de Portugal. No entanto, há que referi-lo, o que mais dói, é a hipotética situação de ver como Chefe de Estado alguém que não honrou o seu dever para com a Pátria no momento em que mais era necessário, indo ao ponto de intentar a derrota das Forças militares do seu próprio País! Para além de caricato, é inaceitável! Este é o meu sentir, e tal como outros ex-combatentes, temos o pleno direito de o expressar.</p>
<p align="justify">Esta questão parcelar, no entanto, não nos deve afastar do problema essencial no que concerne às eleições presidenciais. O regime político republicano, que vigora no país há cerca de um século, tem-se mostrado, ao longo das suas três repúblicas – qual delas a pior –, manifestamente nefasto para a nossa identidade nacional. Em abono da verdade, cumpre-me referir que nesta República foram implementadas algumas medidas de carácter social, dirigidas ao encontro das necessidades das populações – que no entanto pecam em casos de injustiça resultantes do centralismo burocrático do Estado que penaliza os mais desfavorecidos e particularmente as populações do interior, que estranhamente (ou não) são discriminadas nos apoios então disponibilizados e arremessam Portugal também aqui e mais uma vez para o fundo da tabela europeia. Tem o país vindo a ser delapidado nas suas riquezas patrimoniais, quer territoriais, quer humanas, sendo que as últimas três décadas têm de longe sido as piores, por estarem agravadas pela agressiva ofensiva globalizadora a nível mundial, que tende a tolher as populações nas suas aspirações de liberdade e de soberania, amarrando-as a objectivos bem diversos dos seus próprios interesses e da sua independência.</p>
<p align="justify">A República na qual agora vivemos, encontra-se inteiramente dominada pelo partidismo, desde o mais alto magistrado da Nação até aos órgãos municipais – sendo por isso consensual chamar de oligarquia partidária –, que tem apegado a si, abastados grupos económico-financeiros e de variados interesses pessoais, pelo que tem mostrado uma irritante incapacidade de governar no interesse exclusivo da Nação. Não será novidade afirmar que existe a percepção de uma larga camada de portugueses, da urgente necessidade de alterar a estrutura do aparelho de Estado, de forma a reverter a situação absolutamente anómala em que nos encontramos. Enquanto alguns dos descontentes preconize substanciais alterações, mantendo no entanto o actual regime, parece-me que tal solução seria apenas provisória e não resolveria de forma satisfatória o grave problema nacional. A questão é por demais profunda e requer solução eficaz, sob pena de que a mudança resulte em que tudo permaneça igual. Como tal, parece-me que o mais verosímil será contestar o tipo de regime em vigor, dando um eficaz golpe às clientelas político-partidárias e reduzindo os partidos políticos ao papel que deverão ter na sociedade e no aparelho de Estado: a acção governativa, com instrumentos de controlo e responsabilização política e cívica uninominal dos respectivos intervenientes. Para a chefia do Estado, o mais alto magistrado da Nação, só poderá ser alguém que esteja absolutamente fora do quadro político-partidário, assim como inócuo à influência de quaisquer grupos de pressão, seja no domínio económico-financeiro ou de outros, para que possa gerir os destinos da Nação, tendo em conta ela própria e não interesses diversos.</p>
<p align="justify">Pelo exposto no parágrafo anterior, creio que o mais acertado será contestar indubitavelmente o regime político vigente, utilizando para tanto o instrumento legal de que dispomos, a saber: as eleições para a Presidência da República. O sufrágio universal para a eleição do Presidente da República é, em primeira análise – em opinião corroborada por conceituados constitucionalistas –, um referendo ao regime republicano. Logo, se a maioria dos eleitores se abstiverem de votar, só poderá ser entendido como um voto de desagrado e rejeição pelo actual regime político que nos rege. A asserção de que tal atitude – a da abstenção – fere o simultâneo direito e dever dos eleitores expressarem a sua vontade nas urnas, é completamente despropositada. Os eleitores expressam inequivocamente a sua vontade quando votam em um candidato, quando votam em branco ou nulo, ou ainda quando se abstêm de votar. Cada uma destas acções tem a sua leitura própria e específica. Quando os eleitores se abstêm de votar, não será porque preferem ir para a praia ou por qualquer outro motivo disparatado, como até aqui alguns políticos têm justificado o crescimento do abstencionismo nas últimas eleições de há uns anos a esta parte. A abstenção cresce, simplesmente porque os eleitores se sentem desmotivados pelos processos eleitorais, e não observam na prática, os resultados esperados pelas suas opções eleitorais, baseadas nas promessas dos responsáveis político-partidários. A razão porque tal acontece, está agora desvelada e só na incessante busca do irreal se poderá inferir algo diferente.</p>
<p align="justify">Seguindo este simples pensamento, que julgo explanado de modo suficiente, em consciência e boa-fé, atrevo-me a apelar aos portugueses que me lêem, o obséquio de ponderarem sobre a tese que ora exponho, e de agirem conforme a sua sábia consciência, que em Boa-Hora Deus os terá dotado.</p>
<p align="justify">Bem-haja</p>
<p align="justify"><i><font size="4" face="ParkAvenue BT">Luiz Andrino</font></i></p>
<p align="justify"><em><font size="4" face="ParkAvenue BT">&#160;&#160;&#160; </font></em></p>
<p>Ver em:</p>
<p><a title="http://luizandrino.wordpress.com/2010/06/09/as-eleies-presidenciais-e-a-repblica/" href="http://luizandrino.wordpress.com/2010/06/09/as-eleies-presidenciais-e-a-repblica/">http://luizandrino.wordpress.com/2010/06/09/as-eleies-presidenciais-e-a-repblica/</a></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Os nossos pol&#237;ticos n&#227;o s&#227;o gente!</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 00:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acção Monárquica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Político-Social]]></category>
		<category><![CDATA[Política governamental]]></category>

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		<description><![CDATA[Perdemos a noção das proporções. Ainda há pouco profanavam o nome de Nun'Álvares na pessoa aliás simpática de Paiva Couceiro. Antes disso uns meliantes quaisquer pintaram o nome de Pombal nas democráticas costas de Costa.

Os nossos políticos não são gente. Nenhum deles mostra ter tido na sua vida uma daquelas crises espirituais donde se emerge talvez ferido para sempre, mas psiquicamente homem, personalidade espiritual. 

São ateus pela mesma razão que o é um burro ou uma árvore. São portugueses porque, por desgraça nossa, nasceram adentro da nossa fronteira, oriundos de gente que assim tinha feito. Nenhuma consciência da Raça lhes acende um momento o olhar. São vazios e estúpidos. Só sabem comer e manobrar para comer.

A subserviência, a indisciplina, a desorganização dos homens; a desonestidade, a corrupção, a opressão dos processos governativos; a incúria com que fazem a educação como o fomento, o exército e a marinha como o comércio e a indústria - em que mudaram estas coisas, se não em refinarem, se não porque tudo piorou, pelo menos porque tudo progrediu, e onde o facto é o mal, progredir é piorar.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogaccaomonarquica.wordpress.com&amp;blog=11914986&amp;post=676&amp;subd=blogaccaomonarquica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/06/image.png"><img style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" title="image" border="0" alt="image" src="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/06/image_thumb.png?w=231&#038;h=359" width="231" height="359" /></a></p>
<p align="center"><font size="3" face="Cataneo BT">Fernando Pessoa (Foto Ferreira Gomes)</font></p>
<p>&#160;&#160;&#160;&#160; </p>
<p><font size="2">Eis o que escreveu <i>Fernando Pessoa</i> em 1915: </font></p>
<blockquote><p align="justify"><font size="2">Perdemos a noção das proporções. Ainda há pouco profanavam o nome de Nun&#8217;Álvares na pessoa aliás simpática de Paiva Couceiro. Antes disso uns meliantes quaisquer pintaram o nome de Pombal nas democráticas costas de Costa.</font></p>
<p align="justify"><font size="2">Os nossos políticos não são gente. Nenhum deles mostra ter tido na sua vida uma daquelas crises espirituais donde se emerge talvez ferido para sempre, mas psiquicamente homem, personalidade espiritual. </font></p>
<p align="justify"><font size="2">São ateus pela mesma razão que o é um burro ou uma árvore. São portugueses porque, por desgraça nossa, nasceram adentro da nossa fronteira, oriundos de gente que assim tinha feito. Nenhuma consciência da Raça lhes acende um momento o olhar. São vazios e estúpidos. Só sabem comer e manobrar para comer.</font></p>
<p align="justify"><font size="2">A subserviência, a indisciplina, a desorganização dos homens; a desonestidade, a corrupção, a opressão dos processos governativos; a incúria com que fazem a educação como o fomento, o exército e a marinha como o comércio e a indústria &#8211; em que mudaram estas coisas, se não em refinarem, se não porque tudo piorou, pelo menos porque tudo progrediu, e onde o facto é o mal, progredir é piorar. </font></p>
<p align="justify"><font size="2">Cada vez mais corruptos, cada vez mais indisciplinados, cada vez mais à mercê do estrangeiro: vendidos ao perigo espanhol por Costa. </font></p>
<p align="justify"><font size="2">O facto de esse homem, que em nenhuma outra parte mandaria fora da regedoria ou junta de paróquia que condiz com a sua mentalidade rudimentar, teria a posse dum partido, e, através dele duma pátria. </font></p>
<p align="justify"><font size="2">Como é natural, a revolta atingiu o máximo nos adversários. Esta opressão, que todos nós sentimos, esta vergonha de estarmos sendo governados por tendeiros da política, que roubam no peso da própria retórica.</font></p>
<p><i><font size="2">(Em &quot;Carta a um herói estúpido&quot;, Ed. Ática, 2010)</font></i></p>
<p><em><font size="2">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </font></em></p>
</blockquote>
<p><i><font size="2"></font></i></p>
<p><font size="2">E eu pergunto, perplexo: Afinal, em que data estamos? </font></p>
<p><font size="2">Nota: O Costa (Afonso), o tal que queria acabar com o Catolicismo em duas gerações, é ainda hoje muito admirado por alguns políticos da nossa praça! &#8230; Quem sai aos seus não degenera! Na verdade tem-se &quot;progredido&quot; muito&#8230; </font></p>
<p><font size="2">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </font></p>
<p><i><font size="2">Eduardo Amarante</font></i></p>
<p><font size="2"><i>27-05-2010</i></font></p>
<p><font size="2"><em>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </em></font></p>
<hr align="center" size="2" width="100%" />
<h3 align="center"><b><font color="#ff0000">Sinto-me burlado, insultado e assaltado!</font></b></h3>
<p>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; <a href="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/06/clip_image002.png"><img style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" title="clip_image002" border="0" alt="clip_image002" src="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/06/clip_image002_thumb.png?w=113&#038;h=198" width="113" height="198" /></a></p>
<p>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </p>
<p>Hoje de manhã, na Antena 1 disseram que cada Português deve mais de 18.000 Euros ao estrangeiro.</p>
<p>Eu vivo do meu trabalho, não contraí nenhum empréstimo, as pouquíssimas dívidas que tinha paguei-as todas e <font color="#ff0000"><b>NÃO DEVO NADA A NINGUÉM</b>.</font></p>
<p>Então, como é isto?</p>
<p>Andam a gastar à minha conta, sem minha autorização, e eu é que tenho de pagar?</p>
<p>Como somos um casal, a minha mulher e eu, segundo dizem, devemos para cima de 36.000 Euros!</p>
<p><b><font color="#ff0000">ISTO É UM ASSALTO!</font></b></p>
<p>É por isso que hoje há muitos novos-ricos que nunca produziram coisa nenhuma. O dinheiro teria de vir de algum lado. Um dos Valores que os meus Pais me transmitiram foi a <b><font color="#0000ff">HONESTIDADE</font></b>.</p>
<p>Por isso sinto-me insultado quando me incluem no lote dos caloteiros.</p>
<p>Isto tem que dar uma volta!</p>
<p>Procuremos os Homens honestos e dignos para conduzir os destinos de Portugal!</p>
<p>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </p>
<p><i>Eduardo Amarante</i></p>
<p><i>29-04-2010</i></p>
<p><em>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </em></p>
<hr align="center" size="2" width="100%" />
<h3 align="center"><b>José Régio &#8211; Soneto quase inédito e muito actual</b><b></b></h3>
<p><a href="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/06/clip_image003.png"><img style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" title="clip_image003" border="0" alt="clip_image003" src="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/06/clip_image003_thumb.png?w=274&#038;h=326" width="274" height="326" /></a></p>
<p align="center"><font size="3" face="Cataneo BT">‘José Régio e o seu burro’ – por Hermínio Felizardo</font></p>
<p align="center"><font size="3" face="Cataneo BT">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </font></p>
<blockquote><h4 align="center"><b><font color="#800000" size="4" face="Andalus">Soneto quase inédito</font></b></h4>
<p align="center"><b><font color="#800000" face="Andalus"></font></b></p>
<p align="center"><font color="#800000" size="3" face="Andalus">Surge Janeiro frio e pardacento,</font></p>
<p align="center"><font color="#800000" size="3" face="Andalus">Descem da serra os lobos ao povoado;</font></p>
<p align="center"><font color="#800000" size="3" face="Andalus">Assentam-se os fantoches em São Bento</font></p>
<p align="center"><font color="#800000" size="3" face="Andalus">E o Decreto da fome é publicado.</font></p>
<p align="center"><font color="#800000" size="3" face="Andalus">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </font></p>
<p align="center"><font color="#800000" size="3" face="Andalus">Edita-se a novela do Orçamento;</font></p>
<p align="center"><font color="#800000" size="3" face="Andalus">Cresce a miséria ao povo amordaçado;</font></p>
<p align="center"><font color="#800000" size="3" face="Andalus">Mas os biltres do novo parlamento</font></p>
<p align="center"><font color="#800000" size="3" face="Andalus">Usufruem seis contos de ordenado.</font></p>
<p align="center"><font color="#800000" size="3" face="Andalus">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </font></p>
<p align="center"><font color="#800000" size="3" face="Andalus">E enquanto à fome o povo se estiola,</font></p>
<p align="center"><font color="#800000" size="3" face="Andalus">Certo santo pupilo de Loyola,</font></p>
<p align="center"><font color="#800000" size="3" face="Andalus">Mistura de judeu e de vilão,</font></p>
<p align="center"><font color="#800000" size="3" face="Andalus">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </font></p>
<p align="center"><font color="#800000" size="3" face="Andalus">Também faz o pequeno &quot;sacrifício&quot;</font></p>
<p align="center"><font color="#800000" size="3" face="Andalus">De trinta contos &#8211; só! &#8211; por seu ofício</font></p>
<p align="center"><font color="#800000" size="3" face="Andalus">Receber, a bem dele&#8230; e da nação.</font></p>
</blockquote>
<p align="center">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </p>
<p>JOSÉ RÉGIO Soneto escrito em 1969, no dia de uma reunião de antigos alunos. </p>
<p>Tão actual em 1969, como hoje&#8230; </p>
<p>E depois ainda dizem que a tradição já não é o que era!!!</p>
<p>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </p>
<p><i>Eduardo Amarante</i></p>
<p><em>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </em></p>
<hr align="center" size="2" width="100%" />
<p><a href="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/06/clip_image005.jpg"><img style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" title="clip_image005" border="0" alt="clip_image005" src="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/06/clip_image005_thumb.jpg?w=222&#038;h=301" width="222" height="301" /></a></p>
<p align="center"><font size="3" face="Cataneo BT">Monumento a Viriato, Viseu, Portugal</font></p>
<p align="center"><font size="3" face="Cataneo BT">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </font></p>
<blockquote><p align="justify">(&#8230;)</p>
<p align="justify">– E a independência da Lusitânia, desta desditosa Pátria nossa amada?</p>
<p align="justify">– Completamente perdida! – respondeu o druida desalentado.</p>
<p align="justify">– Perdida, mas não para sempre – proferiu Lísia, com um acento de vivacidade e esperança.</p>
<p align="justify">– Quero ver a Espada de Viriato! É o que me resta do Esposo com quem estive sempre espiritualmente unida.</p>
<p align="justify">E pai e filha encaminharam-se para o subterrâneo da Torre redonda, em que se guardava o tesouro da Lusitânia. Lísia reconheceu a Espada.</p>
<p align="justify">E como se estivesse num delírio suave, ao levar a Espada aos lábios, o brilho da lâmina de aço reflectiu-se nos olhos grandes e rasos de lágrimas, e operou-se no seu espírito uma miragem do futuro.</p>
<p align="justify">(&#8230;)</p>
<p align="justify">Então Lísia, voltando a lâmina refulgente, contemplou com mais assombro:</p>
<p align="justify">– A Lusitânia livre, depois de reconstituída no seu solo, reata a tradição dos antigos navegadores ligúricos, e lança-se à descoberta das Ilhas do Mar Tenebroso, e tocando os dois continentes, vai fundar um novo Império lá aonde o sol se alevanta! É ainda a Espada de Viriato na mão firme do seu Capitão terribil, que cimenta esse Império em bases inabaláveis, em que se mantém por séculos! Para quê prescrutar tanto o futuro? A Lusitânia revive&#8230;&quot;</p>
<p align="justify">Lísia entregou a Espada de Viriato ao velho druida para a guardar no tesouro secreto da Ilha de Achale.&quot;</p>
<p><i>(In &quot;Viriato&quot;, Teófilo Braga, ed. Zéfiro)</i></p>
<p><em>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </em></p>
</blockquote>
<p><i>Eduardo Amarante</i></p>
<p>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </p>
<p><em>Ver em:</em></p>
<p><em><a href="http://luizandrino.wordpress.com/2010/06/11/os-nossos-polticos-no-so-gente/" target="_blank">http://luizandrino.wordpress.com/2010/06/11/os-nossos-polticos-no-so-gente/</a></em></p>
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		<title>P&#225;tria n&#227;o morrer&#225;s!</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 23:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acção Monárquica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acção Monárquica]]></category>
		<category><![CDATA[Monarquia]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando hoje liguei o rádio do carro para ouvir as notícias das 14 horas na antena 1, fui confrontada com um programa, ao que parece diário, e que tem por objectivo ajudar os portugueses a comemorar o centenário da República. 

Falava-se, nessa altura de Guerra Junqueiro que classificavam como poeta da República e nessa parte do programa referia o magnífico poema sobre a Pátria.

Recordei então as inúmeras vezes em que, já nesta III República, se desceu a Avenida da Liberdade no dia 1 de Dezembro, clamando como Junqueiro: "Pátria não morrerás!".

A Pátria estava realmente em perigo e hoje, por motivos bem diferentes, também está em perigo. Só que os perigos de hoje estão camuflados, não são tão evidentes, mas a Pátria, como tal, está de novo, realmente, em perigo. Em perigo de perda da identidade nacional!

É pois bom recordar Junqueiro, o seu conceito de Pátria, hoje substituído por País e nem sequer Nação, e, sobretudo, o seu grito de alma "Pátria não morrerás!"<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogaccaomonarquica.wordpress.com&amp;blog=11914986&amp;post=667&amp;subd=blogaccaomonarquica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Quando hoje liguei o rádio do carro para ouvir as notícias das 14 horas na antena 1, fui confrontada com um programa, ao que parece diário, e que tem por objectivo ajudar os portugueses a comemorar o centenário da República. </p>
<p align="justify">Falava-se, nessa altura de Guerra Junqueiro que classificavam como poeta da República e nessa parte do programa referia o magnífico poema sobre a Pátria.</p>
<p align="justify">Recordei então as inúmeras vezes em que, já nesta III República, se desceu a Avenida da Liberdade no dia 1 de Dezembro, clamando como Junqueiro: &quot;Pátria não morrerás!&quot;.</p>
<p align="justify">A Pátria estava realmente em perigo e hoje, por motivos bem diferentes, também está em perigo. Só que os perigos de hoje estão camuflados, não são tão evidentes, mas a Pátria, como tal, está de novo, realmente, em perigo. Em perigo de perda da identidade nacional!</p>
<p align="justify">É pois bom recordar Junqueiro, o seu conceito de Pátria, hoje substituído por País e nem sequer Nação, e, sobretudo, o seu grito de alma &quot;Pátria não morrerás!&quot;</p>
<p align="justify">Junqueiro, face à situação em que o regime Monárquico se encontrava, fruto da luta fratricida, oportunista e gananciosa dos partidos políticos entre si, incluído também o republicano, sentiu a Pátria em perigo e pensou que a República seria a salvação, receando que a Monarquia e o Rei já não tivessem condições para garantir a Pátria.</p>
<p align="justify">Junqueiro não é um Poeta da República como o querem intitular, mas sim um Poeta da Pátria.</p>
<p align="justify">Hoje, Junqueiro, de entre os nossos imortais, já terá constatado que a sua República, como a sonhara, não passou de uma efémera utopia.</p>
<p align="justify">Atacou-se a Monarquia por causa das desigualdades. E hoje só se vêem e vivem gritantes desigualdades, com manifesto desrespeito pela maioria dos portugueses.</p>
<p align="justify">Atacou-se a Monarquia porque claudicara, sem honra, face ao ultimato inglês e não garantira a integridade dos territórios ultramarinos de então. E o que fez a República face ao direito à independência desses mesmos territórios? Uma descolonização sem honra, nem para Portugal nem tão pouco para os novos Países irmãos.</p>
<p align="justify">Atacou-se a Monarquia por causa dos denominados adiantamentos à Coroa. Hoje, os desequilíbrios das contas públicas são gritantes, e as despesas com a Presidência da Republica e com toda a classe política é muito mais gravosa do que nunca.</p>
<p align="justify">É realmente altura de reflectir sobre estes 100 anos de República, sobretudo no que a República nos tem dado em benefício da Pátria Portuguesa e dos portugueses em geral.</p>
<p align="justify">É altura de nos compararmos com os outros Países, nossos parceiros na UE e cujos regimes são monárquicos, e vermos as diferenças, as vantagens e os inconvenientes.</p>
<p align="justify">Quando ocorrer o centenário da implantação da República já deve ter começado a pré campanha eleitoral para as presidenciais com tudo o que acarreta de divisões, de despesas, de subalternização dos verdadeiros interesses nacionais. O Rei não se elege. O Rei é!</p>
<p align="justify">Não há melhor maneira de comemorar o centenário da República do que aprofundar a ideia Monárquica. </p>
<p><i>Maria Valentina da Silveira-Machado</i></p>
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	</item>
		<item>
		<title>PEC, Pacotes e Patranhas</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 23:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acção Monárquica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Político-Social]]></category>
		<category><![CDATA[Política governamental]]></category>

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		<description><![CDATA[Nasci num país que se estendia do Minho a Timor, com tudo o que isso implicava, e vou morrer num outro francamente mais pequeno, que não sei se ainda encurtará mais ou se desaparece de vez – nunca pude opinar sobre isso; não sei que língua falarão os meus netos se os vier a ter; formei-me em escolas sérias, com professores maioritariamente capazes e onde era necessário provar que se sabia para se receber um diploma; entrei para uma escola superior militar para me tornar profissional das “armas”, numa altura em que pronunciar as palavras Exército, FA e Marinha enchia a boca e a alma – hoje começa a ser difícil rever-me no que resta; vi e ouvi prometerem-me (e ao país) muito e bom e vi concretizar pouco e mal (o vinho melhorou bastante…); nunca vi nem ouvi nenhum responsável pedir desculpa ou ser incomodado pelo que fez ou não fez; habituaram-me a ser pobre, remediado ou rico, mas honrado, depois a honra (esperteza) passou a estar em ser rico de qualquer maneira. Podia continuar com a lista, mas creio que já ilustrei o ponto.

Passei a viver em “Liberdade”, mas esqueceram-se de a definir e regulamentar, pelo que nos atropelamos uns aos outros. Massacraram-me as entranhas afiançando que tinha direito a tudo e não tinha dever de nada (a não ser a pagar impostos…) esta imbecilidade vai transformar-nos em escravos sem direitos.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogaccaomonarquica.wordpress.com&amp;blog=11914986&amp;post=666&amp;subd=blogaccaomonarquica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Nasci num país que se estendia do Minho a Timor, com tudo o que isso implicava, e vou morrer num outro francamente mais pequeno, que não sei se ainda encurtará mais ou se desaparece de vez – nunca pude opinar sobre isso; não sei que língua falarão os meus netos se os vier a ter; formei-me em escolas sérias, com professores maioritariamente capazes e onde era necessário provar que se sabia para se receber um diploma; entrei para uma escola superior militar para me tornar profissional das “armas”, numa altura em que pronunciar as palavras Exército, FA e Marinha enchia a boca e a alma – hoje começa a ser difícil rever-me no que resta; vi e ouvi prometerem-me (e ao país) muito e bom e vi concretizar pouco e mal (o vinho melhorou bastante…); nunca vi nem ouvi nenhum responsável pedir desculpa ou ser incomodado pelo que fez ou não fez; habituaram-me a ser pobre, remediado ou rico, mas honrado, depois a honra (esperteza) passou a estar em ser rico de qualquer maneira. Podia continuar com a lista, mas creio que já ilustrei o ponto.</p>
<p align="justify">Passei a viver em “Liberdade”, mas esqueceram-se de a definir e regulamentar, pelo que nos atropelamos uns aos outros. Massacraram-me as entranhas afiançando que tinha direito a tudo e não tinha dever de nada (a não ser a pagar impostos…) esta imbecilidade vai transformar-nos em escravos sem direitos.</p>
<p align="justify">No fundo deixei de ser um cidadão para ser apenas um número e uma vítima. Não acreditam?</p>
<p align="justify">Ainda não fugi a pagar impostos (também não desertei…); nunca fiz greve nem “lockout”; nunca inventei engenharias financeiras; não voto no actual espectro partidário; não me deixam ter outra forma de regime, a não ser pela via revolucionária; não tenho dinheiro em paraísos fiscais; não influenciei em nada o orçamento da PR, AR, ministérios, Regiões Autónomas, autarquias, empresas camarárias, etc.; nunca empreguei um familiar meu em organismos do Estado; nunca me perguntaram se eu quero deixar de ser português ao integrarem o federalismo europeu; tenho que ouvir os políticos dizerem por norma, uma coisa hoje e o seu contrário amanhã; obrigam-me a viver na ditadura dos ciclos eleitorais e na lógica do bota abaixo inter partidário, onde não resta tempo algum para se governar (embora esteja à vista de todos que muitos se governam) – justamente a única razão porque se lhes paga e porque foram eleitos; agridem-me diariamente com casos de corrupção, decisões de insanidade mental e aberrações humanas e nada acontece e nada se compõe ou castiga – a justiça não existe, o que existe é o exercício deletério do Direito, etc, etc.</p>
<p align="justify">Juro que não contribuí para nada disto. Vejo a soberania do meu querido país a ser retalhada; a economia a ser destruída; a moeda desaparecida; estou indefeso contra tudo e contra todos e vejo os meus filhos crescerem num sociedade em desagregação acelerada de referências, valores e costumes. Mas quando chega a altura de se tentar emendar alguma coisa, sou eu que pago&#8230;</p>
<p align="justify">E o que me oferecem? Oferecem-me uma praxis política com mais de 2000 anos de sucesso: pão e circo.</p>
<p align="justify">Quando o pão começa a faltar, afifam-me com um PEC, mais um pacote e muitas patranhas. E inflação de números de circo. Virão outros.</p>
<p align="justify">Tem havido imensos debates, diagnósticos, soluções apontadas, propostas e contrapropostas. Nada acontece, por uma razão que ninguém quer apontar: não há autoridade – e também não há muita gente interessada em perceber porquê.</p>
<p align="justify">Mas o ponto fulcral de tudo é este: o Estado que inventámos no século XV/XVI, na versão moderna, tem a finalidade de proporcionar à Nação (termo entretanto desaparecido do vocabulário público) a Segurança, a Justiça e o Bem-Estar. Por esta ordem. Pois bem, os actuais órgãos do estado têm tido como ocupação principal subverter a Nação e desconstruí-la até aos seus fundamentos. Esta desconstrução começa no ensino da história, passa pela destruição de todas as Instituições fundamentais ao país, como as FA’s, a Universidade e a Igreja, e prossegue com os temas ditos fracturantes, como os valores, os costumes e as relações de autoridade.</p>
<p align="justify">Isto é um facto novo na História de Portugal.</p>
<p align="justify">Daí ser natural a confusão reinante. Perceber que é preciso combater esta subversão é o primeiro passo para podermos aspirar a ter futuro como portugueses.&quot;</p>
<p>&#160;&#160;&#160;&#160; </p>
<p><i>João José Brandão Ferreira</i></p>
<p><i>TCor/Pilav (Ref)</i></p>
<p><i>15/5/2010</i></p>
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	</item>
		<item>
		<title>A &#233;tica da irresponsabilidade</title>
		<link>http://blogaccaomonarquica.wordpress.com/2010/06/10/a-tica-da-irresponsabilidade/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 23:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acção Monárquica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Político-Social]]></category>
		<category><![CDATA[Presidenciais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://blogaccaomonarquica.wordpress.com/2010/06/10/a-tica-da-irresponsabilidade/</guid>
		<description><![CDATA[O Presidente da República (PR) entendeu promulgar a lei que institucionaliza o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Fê-lo invocando a «ética da responsabilidade» e contra o seu próprio parecer sobre a questão.

A expressão «ética da responsabilidade» é redundante, porque a irresponsabilidade nunca é ética, como é óbvio. «Responsabilidade» significa, etimologicamente, o «peso» (pondus, em latim), da «coisa» (em latim, res), ou seja, ser responsável é acarretar com as consequências das próprias convicções em todos os actos e opções. A «ética da responsabilidade» opõe-se, portanto, à lógica da conveniência, cujo critério decisivo não é pautado por imperativos morais, mas por razões de oportunidade.

Ora o PR, que podia não ser cristão e, não o sendo, até podia ser partidário do casamento entre pessoas do mesmo sexo, fez questão em deixar claro que não concorda com o teor do diploma que promulgou. Ou seja, foi o PR que chamou a atenção para a incoerência da sua atitude: enquanto cidadão supostamente católico, pensa de uma forma; mas enquanto PR, age ao contrário. Mas como a fé se manifesta pelas obras e os princípios também, pois se assim não fosse não seriam princípio de coisa nenhuma, forçoso é concluir que quem procede deste modo não tem fé, nem princípios.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogaccaomonarquica.wordpress.com&amp;blog=11914986&amp;post=664&amp;subd=blogaccaomonarquica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O Presidente da República (PR) entendeu promulgar a lei que institucionaliza o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Fê-lo invocando a «ética da responsabilidade» e contra o seu próprio parecer sobre a questão.</p>
<p align="justify">A expressão «ética da responsabilidade» é redundante, porque a irresponsabilidade nunca é ética, como é óbvio. «Responsabilidade» significa, etimologicamente, o «peso» (pondus, em latim), da «coisa» (em latim, res), ou seja, ser responsável é acarretar com as consequências das próprias convicções em todos os actos e opções. A «ética da responsabilidade» opõe-se, portanto, à lógica da conveniência, cujo critério decisivo não é pautado por imperativos morais, mas por razões de oportunidade.</p>
<p align="justify">Ora o PR, que podia não ser cristão e, não o sendo, até podia ser partidário do casamento entre pessoas do mesmo sexo, fez questão em deixar claro que não concorda com o teor do diploma que promulgou. Ou seja, foi o PR que chamou a atenção para a incoerência da sua atitude: enquanto cidadão supostamente católico, pensa de uma forma; mas enquanto PR, age ao contrário. Mas como a fé se manifesta pelas obras e os princípios também, pois se assim não fosse não seriam princípio de coisa nenhuma, forçoso é concluir que quem procede deste modo não tem fé, nem princípios.</p>
<p align="justify">Também por razões de oportunismo, não faltaram políticos, militares, cientistas, juízes, etc., que cederam às exigências do poder, nomeadamente nazi e estalinista, por exemplo. Não restam dúvidas de que o seu acatamento dessas ordens superiores beneficiaram a coesão social dos respectivos regimes, sobretudo em situação de guerra ou de grave crise nacional, mas uma tal vantagem prática os não iliba da correspondente responsabilidade moral: não é uma desculpa, mas uma culpa decorrente da sua irresponsabilidade ética, do seu relativismo moral. Não foram vítimas dessas injustiças, mas cúmplices. O medo pelas consequências necessárias de um acto eticamente exigido não é prudência, é cobardia.</p>
<p align="justify">Mas – poderiam objectar alguns politólogos mais manhosos – não seria ineficaz, em termos práticos, a recusa da promulgação do controverso diploma, na medida em que constitucionalmente não poderia deixar de o ser se, de novo, fosse remetido à presidência pelo parlamento, como decerto ocorreria?! De modo algum, porque o PR podia e devia fazer saber a quem de direito que, não podendo agir contra os seus princípios e a sua consciência, ver-se-ia obrigado a demitir-se se essa lei lhe fosse reenviada, ou a dissolver a Assembleia da República. Em qualquer dos casos, a responsabilidade pela crise política decorrente seria única e exclusivamente de quem insistisse nessa questão fracturante. Pelo contrário, promulgando o diploma, o PR não só o faz seu como faz saber à nação e aos outros órgãos de soberania que está disponível para sancionar qualquer lei, mesmo que contrária aos princípios morais que era suposto seguir na sua actividade política.</p>
<p align="justify">Outra é a lógica da honra e da fé. Thomas More, ex-chanceler de Henrique VIII, estava disposto a servir o seu país e o seu rei, mas não à custa dos seus princípios morais ou da sua religião. Em termos de estabilidade política ou de conveniência pessoal, poderia ter transigido com o divórcio real mas, como era um homem de fé e de princípios, não o fez. A coerência custou-lhe a vida. João Baptista não teve medo de denunciar a imoralidade de Herodes e a sua não cedência ante o adultério do monarca, que teria sido muito oportuna social e politicamente, dada a grave crise resultante da ocupação romana, teve para o precursor uma consequência trágica: o martírio.</p>
<p align="justify">São Thomas More e São João Baptista perderam literalmente a cabeça, mas não a fé, nem a honra, ao contrário dos que vendem a alma e a sua dignidade por mesquinhos interesses conjunturais. Aqueles não foram vencidos da vida, mas vencedores do mundo, ao invés dos que renegam os seus princípios por calculismo eleitoral e oportunismo político. Vae victis…</p>
<p><i>Gonçalo Portocarrero de Almada</i></p>
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	</item>
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		<title>Retrato de mis&#233;ria de dois irm&#227;os em pleno centro da cidade indigna a popula&#231;&#227;o</title>
		<link>http://blogaccaomonarquica.wordpress.com/2010/05/29/retrato-de-misria-de-dois-irmos-em-pleno-centro-da-cidade-indigna-a-populao/</link>
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		<pubDate>Sat, 29 May 2010 23:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acção Monárquica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Política governamental]]></category>

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		<description><![CDATA[Dois irmãos sem-abrigo, que combateram em África, dormem todos os dias, há anos, numa das ruas mais movimentadas de Odivelas. Recusam-se a sair dali e sobrevivem da caridade de populares, que criticam a inoperância das entidades competentes.

De roupas velhas e sujas, cabelos e barbas longas e grisalhas, António, 61 anos, e José Aldeia Soares, 64, são um mistério para quem todos os dias os vê junto ao Centro Comercial Oceano, no centro de Odivelas. É ali que os dois irmãos dormem e passam os dias, rodeados de caixotes e outra "tralha" que vão recolhendo nos depósitos de lixo.

Com evidentes problemas psicológicos, quase não falam com ninguém mas, das poucas vezes que o fazem, a ideia que mais vezes expressam é de que "as pessoas são más, ralham e batem-nos".

Só o comerciante António Agostinho, que, há dois anos, lhes leva diariamente comida quente, roupa e cobertores, conseguiu furar a barreira que os dois homens ergueram e ganhar-lhes confiança.

"Humilhação enorme"

"Venho ajudar e dar-lhes uma palavra amiga porque acho que viver assim é uma humilhação enorme", explica António Agostinho, "Aos poucos, eles foram ganhando confiança comigo e agora pedem-me tudo o que precisam. Não aceitam comida de mais ninguém", acrescenta. Depois de receber vários alertas da população, a Câmara de Odivelas passou a acompanhar o caso, assumindo como mediador António Agostinho, dada a sua proximidade aos dois sem-abrigo. A autarquia garante ter encetado já diversas diligências para ajudar a recuperar os dois homens, que terão passado pela busca, sem sucesso, de familiares em condições de ajudá-los e até pela disponibilização de uma casa pré-fabricada onde pudessem viver.

No entanto, garante a Câmara, os irmãos nunca se mostraram interessados.

António Agostinho, que até já visitou o pré-fabricado, acabou por renunciar ao papel de mediador, por considerar que a Câmara de Odivelas não tem feito tudo o que está ao seu alcance. "O contentor está num parque da Câmara. Nunca arranjaram terreno para ele", alega o comerciante, com os olhos marejados de lágrimas, "Se estivesse aqui perto, eles não dormiam na rua".

Também a Comunidade Vida e Paz já tentou intervir no caso. Um responsável da instituição e António Agostinho levaram os dois homens à Quinta do Espírito Santo, um centro de recuperação e reintegração em Sobral de Monte Agraço, onde vivem 65 antigos sem-abrigo, 20 dos quais ex-combatentes. Mas António e José Aldeia recusaram ficar lá e quiseram regressar às ruas de Odivelas.

O cenário de miséria choca os transeuntes e incomoda a população, obrigada a suportar um mau-cheiro intenso. Além de culparem as autoridades por nada fazerem, há quem acuse as pessoas que lhes dão comida de serem responsáveis pela continuidade dos irmãos naquele local.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogaccaomonarquica.wordpress.com&amp;blog=11914986&amp;post=663&amp;subd=blogaccaomonarquica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b><a href="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/05/clip_image0011.jpg"><img style="border-bottom:0;border-left:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-top:0;margin-right:auto;border-right:0;" title="clip_image001" border="0" alt="clip_image001" src="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/05/clip_image001_thumb1.jpg?w=277&#038;h=331" width="277" height="331" /></a></b></p>
<p align="center"><font size="2" face="Vrinda">Vivem há anos rodeados de lixo à porta de Centro Comercial</font><b>     <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </b></p>
<p align="justify">Dois irmãos sem-abrigo, que combateram em África, dormem todos os dias, há anos, numa das ruas mais movimentadas de Odivelas. Recusam-se a sair dali e sobrevivem da caridade de populares, que criticam a inoperância das entidades competentes.</p>
<p align="justify">De roupas velhas e sujas, cabelos e barbas longas e grisalhas, António, 61 anos, e José Aldeia Soares, 64, são um mistério para quem todos os dias os vê junto ao Centro Comercial Oceano, no centro de Odivelas. É ali que os dois irmãos dormem e passam os dias, rodeados de caixotes e outra &quot;tralha&quot; que vão recolhendo nos depósitos de lixo.</p>
<p align="justify">Com evidentes problemas psicológicos, quase não falam com ninguém mas, das poucas vezes que o fazem, a ideia que mais vezes expressam é de que &quot;as pessoas são más, ralham e batem-nos&quot;.</p>
<p align="justify">Só o comerciante António Agostinho, que, há dois anos, lhes leva diariamente comida quente, roupa e cobertores, conseguiu furar a barreira que os dois homens ergueram e ganhar-lhes confiança.</p>
<p align="justify"><b>&quot;Humilhação enorme&quot;</b></p>
<p align="justify">&quot;Venho ajudar e dar-lhes uma palavra amiga porque acho que viver assim é uma humilhação enorme&quot;, explica António Agostinho, &quot;Aos poucos, eles foram ganhando confiança comigo e agora pedem-me tudo o que precisam. Não aceitam comida de mais ninguém&quot;, acrescenta. Depois de receber vários alertas da população, a Câmara de Odivelas passou a acompanhar o caso, assumindo como mediador António Agostinho, dada a sua proximidade aos dois sem-abrigo. A autarquia garante ter encetado já diversas diligências para ajudar a recuperar os dois homens, que terão passado pela busca, sem sucesso, de familiares em condições de ajudá-los e até pela disponibilização de uma casa pré-fabricada onde pudessem viver.</p>
<p align="justify">No entanto, garante a Câmara, os irmãos nunca se mostraram interessados.</p>
<p align="justify">António Agostinho, que até já visitou o pré-fabricado, acabou por renunciar ao papel de mediador, por considerar que a Câmara de Odivelas não tem feito tudo o que está ao seu alcance. &quot;O contentor está num parque da Câmara. Nunca arranjaram terreno para ele&quot;, alega o comerciante, com os olhos marejados de lágrimas, &quot;Se estivesse aqui perto, eles não dormiam na rua&quot;.</p>
<p align="justify">Também a Comunidade Vida e Paz já tentou intervir no caso. Um responsável da instituição e António Agostinho levaram os dois homens à Quinta do Espírito Santo, um centro de recuperação e reintegração em Sobral de Monte Agraço, onde vivem 65 antigos sem-abrigo, 20 dos quais ex-combatentes. Mas António e José Aldeia recusaram ficar lá e quiseram regressar às ruas de Odivelas.</p>
<p align="justify">O cenário de miséria choca os transeuntes e incomoda a população, obrigada a suportar um mau-cheiro intenso. Além de culparem as autoridades por nada fazerem, há quem acuse as pessoas que lhes dão comida de serem responsáveis pela continuidade dos irmãos naquele local.</p>
<p align="justify"><b>Luís Garcia</b></p>
<p align="justify"><b>foto: Luís Garcia/global imagens</b></p>
<p align="justify"><b>Jornal de Notícias, 06 de Abril de 2010</b></p>
<p align="justify"><a href="http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&amp;Concelho=Odivelas&amp;Option=Interior&amp;content_id=1536590"><b>http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&amp;Concelho=Odivelas&amp;Option=Interior&amp;content_id=1536590</b></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogaccaomonarquica.wordpress.com/663/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogaccaomonarquica.wordpress.com/663/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blogaccaomonarquica.wordpress.com/663/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blogaccaomonarquica.wordpress.com/663/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/blogaccaomonarquica.wordpress.com/663/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/blogaccaomonarquica.wordpress.com/663/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/blogaccaomonarquica.wordpress.com/663/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/blogaccaomonarquica.wordpress.com/663/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blogaccaomonarquica.wordpress.com/663/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blogaccaomonarquica.wordpress.com/663/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blogaccaomonarquica.wordpress.com/663/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blogaccaomonarquica.wordpress.com/663/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blogaccaomonarquica.wordpress.com/663/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blogaccaomonarquica.wordpress.com/663/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogaccaomonarquica.wordpress.com&amp;blog=11914986&amp;post=663&amp;subd=blogaccaomonarquica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Portugal corre risco de fal&#234;ncia econ&#243;mica</title>
		<link>http://blogaccaomonarquica.wordpress.com/2010/05/29/portugal-corre-risco-de-falncia-econmica/</link>
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		<pubDate>Sat, 29 May 2010 22:54:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acção Monárquica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Político-Social]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Política governamental]]></category>

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		<description><![CDATA["Os políticos portugueses nada podem fazer senão esperar que a situação vá piorando", escreve Simon Johnson.

Simon Johnson, antigo economista chefe do FMI, considera que Portugal, tal como a Grécia, "corre risco de falência económica" e é hoje um país mais arriscado que a Argentina de 2001.

Simon Johnson, antigo economista chefe do FMI, considera que Portugal, tal como a Grécia, "corre risco de falência económica" e é hoje um país mais arriscado que a Argentina falida de 2001.

"O próximo no radar é Portugal. Este país só não está no centro das atenções porque a Grécia caiu numa espiral descendente. Mas estão ambos perto de falência económica e parecem hoje bem mais arriscados do que a Argentina quando entrou em incumprimento, em 2001", lê-se num artigo assinado em conjunto por Simon Johnson, antigo economista chefe do FMI, e Peter Boone, do ‘Center for Economic Performance' do London School of Economics.

Para estes dois especialistas "nem os líderes da Grécia nem os de Portugal estão preparados para impor as políticas necessárias" e, no caso português, "não se está sequer a discutir cortes sérios".

Certos de que as políticas projectadas são insuficientes, Simon Johnson e Peter Boone antecipam que "Portugal e Grécia vão ter níveis de desemprego elevadíssimos nos próximos anos" e afirmam que "Portugal está esperançado que poderá sair desta situação pelo crescimento, mas isso só poderia acontecer com um extraordinário boom económico".<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogaccaomonarquica.wordpress.com&amp;blog=11914986&amp;post=660&amp;subd=blogaccaomonarquica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b><a href="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/05/clip_image001.jpg"><img style="border-bottom:0;border-left:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-top:0;margin-right:auto;border-right:0;" title="clip_image001" border="0" alt="clip_image001" src="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/05/clip_image001_thumb.jpg?w=324&#038;h=212" width="324" height="212" /></a></b></p>
<p align="center"><b>Simon Johnson, ex-economista chefe FMI</b></p>
<p>&#160;</p>
<p align="justify">&quot;Os políticos portugueses nada podem fazer senão esperar que a situação vá piorando&quot;, escreve Simon Johnson.</p>
<p align="justify">Simon Johnson, antigo economista chefe do FMI, considera que Portugal, tal como a Grécia, &quot;corre risco de falência económica&quot; e é hoje um país mais arriscado que a Argentina de 2001.</p>
<p align="justify">Simon Johnson, antigo economista chefe do FMI, considera que Portugal, tal como a Grécia, &quot;corre risco de falência económica&quot; e é hoje um país mais arriscado que a Argentina falida de 2001.</p>
<p align="justify">&quot;O próximo no radar é Portugal. Este país só não está no centro das atenções porque a Grécia caiu numa espiral descendente. Mas estão ambos perto de falência económica e parecem hoje bem mais arriscados do que a Argentina quando entrou em incumprimento, em 2001&quot;, lê-se num artigo assinado em conjunto por Simon Johnson, antigo economista chefe do FMI, e Peter Boone, do ‘Center for Economic Performance&#8217; do London School of Economics.</p>
<p align="justify">Para estes dois especialistas &quot;nem os líderes da Grécia nem os de Portugal estão preparados para impor as políticas necessárias&quot; e, no caso português, &quot;não se está sequer a discutir cortes sérios&quot;.</p>
<p align="justify">Certos de que as políticas projectadas são insuficientes, Simon Johnson e Peter Boone antecipam que &quot;Portugal e Grécia vão ter níveis de desemprego elevadíssimos nos próximos anos&quot; e afirmam que &quot;Portugal está esperançado que poderá sair desta situação pelo crescimento, mas isso só poderia acontecer com um extraordinário boom económico&quot;.</p>
<p align="justify">&quot;Tenhamos dó dos políticos portugueses mais ponderados quando dizem que a probidade orçamental exige apertar o cinto mais cedo (&#8230;) Os políticos portugueses nada podem fazer senão esperar que a situação vá piorando para depois pedirem ajuda externa&quot;, declaram.</p>
<p align="justify">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </p>
<p align="justify"><b>Porque falhou Portugal</b></p>
<p align="justify">Tal como a Grécia, Portugal entrou numa espiral de dívida insustentável, defendem os autores.</p>
<p align="justify">&quot;Portugal gastou demasiado durante os últimos anos, com a dívida pública a atingir os 78% do PIB em 2009 (comparando com 114% na Grécia e os 62% da Argentina, quando entrou em incumprimento). Esta dívida tem sido financiada sobretudo por investimento estrangeiro e, tal como a Grécia, em vez de pagar os juros desses títulos, Portugal optou por, ano após ano, refinanciar a sua dívida&quot;, sustentam.</p>
<p align="justify">&quot;Em 2012, o rácio dívida pública/PIB português deverá atingir 108% se o país atingir as suas metas de corte do défice. Chegar-se-à no entanto a um ponto em que os mercados financeiros vão simplesmente recusar-se a financiar este esquema Ponzi&quot;, concluem.</p>
<p align="justify">Depois de descreverem a situação portuguesa, Johnson e Boone acusam as agências de ‘rating&#8217; de terem medo de &quot;tocar em Portugal&quot;.</p>
<p align="justify">&quot;Hoje, e apesar dos perigos evidentes e dos elevados níveis de dívida, as três grandes agências de ‘rating&#8217; estão certamente assustadas em dar o passo de declarar a dívida grega como ‘junk&#8217;. Têm também um receio parecido em tocar em Portugal&quot;, lê-se no texto.</p>
<p align="justify">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </p>
<p align="justify"><b>Pedro Latoeiro      <br />Económico, 15 de Abril de 2010</b></p>
<p align="justify">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </p>
<p align="justify">Fonte:&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </p>
<p align="justify"><a href="http://memoriasafricanas.ning.com/profiles/blogs/simon-johnson-execonomista">http://memoriasafricanas.ning.com/profiles/blogs/simon-johnson-execonomista</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogaccaomonarquica.wordpress.com/660/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogaccaomonarquica.wordpress.com/660/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blogaccaomonarquica.wordpress.com/660/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blogaccaomonarquica.wordpress.com/660/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/blogaccaomonarquica.wordpress.com/660/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/blogaccaomonarquica.wordpress.com/660/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/blogaccaomonarquica.wordpress.com/660/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/blogaccaomonarquica.wordpress.com/660/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blogaccaomonarquica.wordpress.com/660/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blogaccaomonarquica.wordpress.com/660/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blogaccaomonarquica.wordpress.com/660/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blogaccaomonarquica.wordpress.com/660/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blogaccaomonarquica.wordpress.com/660/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blogaccaomonarquica.wordpress.com/660/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogaccaomonarquica.wordpress.com&amp;blog=11914986&amp;post=660&amp;subd=blogaccaomonarquica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Hist&#243;ria da expans&#227;o portuguesa por esse Mundo fora</title>
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		<pubDate>Sat, 29 May 2010 22:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acção Monárquica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Política governamental]]></category>

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		<description><![CDATA[O MAPA-MUNDI dos DESCOBRIMENTOS PORTUGUESES,

NA PAREDE DA ENTRADA DO MUSEU DE MARINHA, 

ENCONTRA-SE AGORA…

… NA IMINÊNCIA DE SER SACRIFICADO NO ALTAR DA GLOBALIZAÇÃO.

UMA MACHADADA NAS RAÍZES DA LUSA IDENTIDADE!


(Quando o servilismo ao estrangeiro namora com a traição à Pátria e a mediocridade se apoia na prepotência, temos todos os ingredientes para uma situação explosiva!)



Uma sabedoria antiga celta indica que:


"CONTRA A ESTUPIDEZ ATÉ OS DEUSES LUTAM EM VÃO!"

Uma sabedoria lusa, nas últimas décadas mais do que comprovada, indica que:


"POUCOS, SÃO MAIS PERIGOSOS DO QUE OS MEDÍOCRES COM RECEIO DE SEREM DESMASCARADOS COMO TAIS!"

Porém, já Frederico o Grande ensinou ao seu aluno e amigo, o nosso Conde de Lippe: 

"Uma guerra apenas está ganha ou perdida no momento em que um dos lados desiste de lutar!"
Assim sendo, o recado é simples:


"QUEM NÃO QUISER PERDER A SUA IDENTIDADE TERÁ QUE A AFIRMAR!”


Desistir da luta pela defesa do acesso aos conhecimentos históricos de um povo, seria quebrar os laços com os seus antepassados. 

Cada folha de uma árvore tem a sua razão de ser e tarefa a cumprir. Largar a ligação ao tronco, é deixar-se empurrar por ventos que levam ao triste fim do apodrecimento nalguma valeta!



Dá que pensar!

Dar cabo do Museu de Marinha faz parte do plano de dar cabo da lusa identidade.
Quando se ordenou substituir no ensino a era dos descobrimentos portugueses pela da expansão ibérica já se viu o mesmo rumo.
Foi curioso notar que os professores portugueses resolveram então esta ordem à maneira antiga. Simplesmente não fizeram caso e assim não pegou!
O ataque ao Museu de Marinha não é apenas outra explosão de megalomania e criação de ninho para mais " boys", mas uma ordem de abate a uma fonte de orgulho nacional.
As ordens superiores devem ser as da destruição de fontes do patriotismo.
Seres desenraizados submetem-se mais facilmente à escravatura global!<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogaccaomonarquica.wordpress.com&amp;blog=11914986&amp;post=656&amp;subd=blogaccaomonarquica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Por o tema em análise ser deveras essencial para o conhecimento da História do Povo Português, da sua secular tradição e da glória tão meritoriamente alcançada pela sua Nobre Gente, reproduzimos aqui um pequeno artigo de um nosso muito estimado amigo, que é mais um apelo e um sonoro grito de alerta para a anómala situação, em que os nossos mais estimados valores, mais uma vez, são colocados em precária situação.</p>
<p align="justify">Em primeira análise, poderá até parecer estranho, verificar que aqueles que vêm a terreiro, até com desmedida frequência, enaltecer os feitos dos descobrimentos portugueses como actos pioneiros da globalização, subalternizem e assim destruam a memória da sua gesta.</p>
<p align="justify">Mas de facto, não há nenhuma contradição. A nossa gesta marítima, nada tem a ver com o “fenómeno” da globalização que agora pretendem impor-nos. Aqui, algo de perverso trabalha para a todos nos subjugar. Uma ponta do véu já se levantou. Creio ser possível ver agora com clareza os tentáculos da “besta” que nos cerca.</p>
<p align="justify">&#160;&#160;&#160;&#160; </p>
<p><i><font size="5" face="ParkAvenue BT">Luiz Andrino</font></i></p>
<p><b></b></p>
<p><b>&#160;&#160;&#160;&#160; </b></p>
<p><b>&#160;&#160;&#160;&#160; </b>
<p>&#160;&#160;&#160;&#160; <br /><a href="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/05/clip_image0021.jpg"><img style="border-bottom:0;border-left:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-top:0;margin-right:auto;border-right:0;" title="clip_image002" border="0" alt="clip_image002" src="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/05/clip_image002_thumb1.jpg?w=512&#038;h=342" width="512" height="342" /></a></p>
</p>
<p align="justify"><b>&#160;&#160;&#160;&#160; </b></p>
<p align="justify"><b>O</b><b> </b><b><font color="#0000ff">MAPA-MUNDI</font></b><b> </b><b>dos</b><b> </b><b><font color="#0000ff">DESCOBRIMENTOS PORTUGUESES</font></b><b>,</b></p>
<p align="justify"><b>NA PAREDE DA ENTRADA DO </b><b><font color="#0000ff">MUSEU DE MARINHA</font></b><b>,</b><b> </b></p>
<p align="justify"><b>ENCONTRA-SE AGORA</b><b>…</b></p>
<p align="justify"><b><font color="#ff0000">… NA IMINÊNCIA DE SER SACRIFICADO NO ALTAR DA GLOBALIZAÇÃO.</font></b></p>
<p align="justify"><b>UMA MACHADADA NAS RAÍZES DA LUSA IDENTIDADE!</b></p>
<p align="justify"><strong>&#160;&#160;&#160;&#160; </strong></p>
<p><a href="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/05/clip_image004.jpg"><img style="border-bottom:0;border-left:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-top:0;margin-right:auto;border-right:0;" title="clip_image004" border="0" alt="clip_image004" src="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/05/clip_image004_thumb.jpg?w=512&#038;h=242" width="512" height="242" /></a></p>
<p><b><i></i></b></p>
<p><b><i></i></b></p>
<p><b><i>&#160;&#160;&#160;&#160; </i></b></p>
<p align="justify"><b><i>(Quando o servilismo ao estrangeiro namora com a traição à Pátria e a mediocridade se apoia na prepotência, temos todos os ingredientes para uma situação explosiva!)</i></b></p>
<p><strong><em>&#160;&#160;&#160;&#160; </em></strong></p>
<p><b>Uma sabedoria antiga celta indica que:</b></p>
<p><b></b></p>
<p><b><font color="#ff0000">&quot;CONTRA A ESTUPIDEZ ATÉ OS DEUSES LUTAM EM VÃO!&quot;</font></b></p>
<p align="justify"><b>Uma sabedoria lusa, nas últimas décadas mais do que comprovada, indica que:</b></p>
<p><b></b></p>
<p align="justify"><b><font color="#ff0000">&quot;POUCOS, SÃO MAIS PERIGOSOS DO QUE OS MEDÍOCRES COM RECEIO DE SEREM DESMASCARADOS COMO TAIS!&quot;</font></b></p>
<p align="justify"><b>Porém, já Frederico o Grande ensinou ao seu aluno e amigo, o nosso Conde de Lippe:</b><b> </b></p>
<p align="justify"><b><font color="#ff0000">&quot;Uma guerra apenas está ganha ou perdida no momento em que um dos lados desiste de lutar!&quot;</font></b></p>
<p align="justify"><strong><font color="#ff0000">&#160;&#160;&#160;&#160; </font></strong></p>
<p><b></b></p>
<p><b><a href="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/05/clip_image006.jpg"><img style="border-bottom:0;border-left:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-top:0;margin-right:auto;border-right:0;" title="clip_image006" border="0" alt="clip_image006" src="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/05/clip_image006_thumb.jpg?w=494&#038;h=371" width="494" height="371" /></a></b><b></b></p>
<p align="center"><font color="#800000" face="Tahoma">Pedras de Ielala – Rio Zaire – Diogo Cão</font></p>
<p>&#160;&#160;&#160;&#160; </p>
<p><b></b></p>
<p><b>Assim sendo, o recado é simples:</b></p>
<p><b></b></p>
<p><b><font color="#ff0000">&quot;QUEM NÃO QUISER PERDER A SUA IDENTIDADE TERÁ QUE A AFIRMAR!”</font></b></p>
<p><b></b></p>
<p align="justify"><b><font color="#ff0000">Desistir da luta pela defesa do acesso aos conhecimentos históricos de um povo, seria quebrar os laços com os seus antepassados. </font></b></p>
<p align="justify"><b><font color="#ff0000">Cada folha de uma árvore tem a sua razão de ser e tarefa a cumprir. Largar a ligação ao tronco, é deixar-se empurrar por ventos que levam ao triste fim do apodrecimento nalguma valeta!</font></b></p>
<p align="justify"><strong><font color="#ff0000">&#160;&#160;&#160;&#160; </font></strong></p>
<p><b>Dá que pensar!</b></p>
<h3 align="justify"><font color="#ff0000">&#160;&#160;&#160;&#160; </font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#ff0000">Dar cabo do Museu de Marinha faz parte do plano de dar cabo da lusa identidade.     <br />Quando se ordenou substituir no ensino a era dos descobrimentos portugueses pela da expansão ibérica já se viu o mesmo rumo.      <br />Foi curioso notar que os professores portugueses resolveram então esta ordem à maneira antiga. Simplesmente não fizeram caso e assim não pegou!      <br />O ataque ao Museu de Marinha não é apenas outra explosão de megalomania e criação de ninho para mais &quot; boys&quot;, mas uma ordem de abate a uma fonte de orgulho nacional.      <br />As ordens superiores devem ser as da destruição de fontes do patriotismo.      <br />Seres desenraizados submetem-se mais facilmente à escravatura global!</font></h3>
<p align="justify">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </p>
<p><b><i><font color="#0000ff">Rainer Daehnhardt</font></i></b></p>
<p><i>&#160;&#160;&#160;&#160; </i></p>
<p>Leiam e assinem a petição online: «Salvem o Museu de Marinha»:</p>
<p><a href="http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N2153%20">http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N2153%20</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogaccaomonarquica.wordpress.com/656/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogaccaomonarquica.wordpress.com/656/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blogaccaomonarquica.wordpress.com/656/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blogaccaomonarquica.wordpress.com/656/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/blogaccaomonarquica.wordpress.com/656/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/blogaccaomonarquica.wordpress.com/656/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/blogaccaomonarquica.wordpress.com/656/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/blogaccaomonarquica.wordpress.com/656/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blogaccaomonarquica.wordpress.com/656/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blogaccaomonarquica.wordpress.com/656/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blogaccaomonarquica.wordpress.com/656/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blogaccaomonarquica.wordpress.com/656/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blogaccaomonarquica.wordpress.com/656/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blogaccaomonarquica.wordpress.com/656/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogaccaomonarquica.wordpress.com&amp;blog=11914986&amp;post=656&amp;subd=blogaccaomonarquica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Acção Monárquica</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Comunicado da Ac&#231;&#227;o Mon&#225;rquica sobre a Nova Cruzada</title>
		<link>http://blogaccaomonarquica.wordpress.com/2010/05/22/comunicado-da-aco-monrquica-sobre-a-nova-cruzada/</link>
		<comments>http://blogaccaomonarquica.wordpress.com/2010/05/22/comunicado-da-aco-monrquica-sobre-a-nova-cruzada/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 May 2010 23:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acção Monárquica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Político-Social]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://blogaccaomonarquica.wordpress.com/2010/05/22/comunicado-da-aco-monrquica-sobre-a-nova-cruzada/</guid>
		<description><![CDATA[Teve lugar hoje, 22 de Maio, pelas 13 horas, na Azambuja, o Encontro dos Libertados e Empenhados em Restaurar Portugal, conforme amplamente anunciado, e ao qual a Acção Monárquica se associou desde a primeira hora. Tratou-se de mais um marco na senda da luta dos portugueses pela recuperação de Portugal.

O evento, aberto a todos os portugueses e organizações cívicas e religiosas, empenhados em fazer prevalecer a identidade nacional, com os seus valores, princípios e dignidade de Portugal, contou com a presença de um leque de portugueses, que indignados com a actual situação política que se vive no país, se propõem promover acções de motivação e mobilização de todos os portugueses no sentido de restaurar Portugal, o Portuguesismo, a Família e a Fé.

No Encontro foi deliberado que o grupo, cujos membros se designam por Libertados, aprova a proposta apresentada como sua Carta de Compromisso e designam as suas intervenções como A Nova Cruzada, tendo o Santuário de Fátima como sede e reduto. Foi igualmente deliberado que as actividades do grupo se desenvolverão não só no meio informático (internet, FaceBook, Twitter, etc.), mas igualmente de modo pessoal e interventivo na sociedade. Como logotipo, foi escolhida a Cruz Templária com o escudo nacional sobreposto, pelo forte significado interventivo que essa Ordem teve no passado em Portugal.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogaccaomonarquica.wordpress.com&amp;blog=11914986&amp;post=647&amp;subd=blogaccaomonarquica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Teve lugar hoje, 22 de Maio, pelas 13 horas, na Azambuja, o <b><font color="#0000ff">Encontro dos Libertados e Empenhados em Restaurar Portugal</font></b>, conforme amplamente anunciado, e ao qual a Acção Monárquica se associou desde a primeira hora. Tratou-se de mais um marco na senda da luta dos portugueses pela recuperação de Portugal.</p>
<p align="justify">O evento, aberto a todos os portugueses e organizações cívicas e religiosas, empenhados em fazer prevalecer a identidade nacional, com os seus valores, princípios e dignidade de Portugal, contou com a presença de um leque de portugueses, que indignados com a actual situação política que se vive no país, se propõem promover acções de motivação e mobilização de todos os portugueses no sentido de restaurar Portugal, o Portuguesismo, a Família e a Fé.</p>
<p align="justify">No Encontro foi deliberado que o grupo, cujos membros se designam por <b><font color="#0000ff">Libertados</font></b>, aprova a proposta apresentada como sua Carta de Compromisso e designam as suas intervenções como <b><font color="#0000ff">A Nova Cruzada</font></b>, tendo o <b><font color="#0000ff">Santuário de Fátima</font></b><b> </b>como sede e reduto. Foi igualmente deliberado que as actividades do grupo se desenvolverão não só no meio informático (internet, FaceBook, Twitter, etc.), mas igualmente de modo pessoal e interventivo na sociedade. Como logotipo, foi escolhida a Cruz Templária com o escudo nacional sobreposto, pelo forte significado interventivo que essa Ordem teve no passado em Portugal.</p>
<p align="justify">Segue a <b><font color="#0000ff">Carta da Nova Cruzada</font></b> e seu logotipo, conforme aprovado no Encontro.</p>
<p align="justify">&#160;&#160;&#160;&#160; </p>
<p><em><font size="4" face="Monotype Corsiva">A Comissão Coordenadora da Acção Monárquica</font></em></p>
<p><font size="2">&#160;&#160;&#160;&#160; </font></p>
<p><font size="2">&#160;&#160;&#160;&#160; </font></p>
<p><font size="2">&#160;&#160;&#160;&#160; </font></p>
<p><a href="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/05/image3.png"><img style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" title="image" border="0" alt="image" src="http://blogaccaomonarquica.files.wordpress.com/2010/05/image_thumb3.png?w=162&#038;h=240" width="162" height="240" /></a>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </p>
<h2 align="center"><font color="#0000ff" size="5">A Nova Cruzada</font></h2>
<h3 align="center"><font color="#0000ff">Carta de Compromisso</font></h3>
<p align="justify">A <b><font color="#0000ff">Nova Cruzada</font></b> não é uma Revolta, mas sim uma luta consistente e determinada dos revoltados.</p>
<p align="justify">A <b><font color="#0000ff">Nova Cruzada</font></b> é uma luta pela reconquista dos valores e dos direitos.</p>
<p align="justify">A <b><font color="#0000ff">Nova Cruzada</font></b> não é a agitação social, nem sequer a sua promoção, é a mobilização das consciências e dos sentimentos, na afinidade do conceito maioritário da sociedade portuguesa.</p>
<p align="justify">A <b><font color="#0000ff">Nova Cruzada</font></b> visa a vitória de Portugal, do Portuguesismo, da Família e da Fé.</p>
<p align="justify">A <b><font color="#0000ff">Nova Cruzada</font></b> não é uma acção de grupos, de seitas, de partidos, de organizações, de instituições, mas de todos e de cada português, na defesa de Portugal, da sua Identidade, da sua Diferenciação, da sua Dignidade e dos seus Direitos como Nação.</p>
<p align="justify">A <b><font color="#0000ff">Nova Cruzada</font></b> tem como sede e reduto <b><font color="#0000ff">Fátima</font></b>, pelo seu simbolismo milagroso e de Fé, onde o Líder espiritual veio depositar a Esperança e a Mensagem, que nos mobilizará para os desígnios que nos estão destinados.</p>
<p align="justify">A <b><font color="#0000ff">Nova Cruzada</font></b> é a motivação e mobilização, dos alheados, dos descontentes, dos desesperados, dos resignados, pela acção empenhada dos mais conscientes e determinados.</p>
<p align="justify">A <b><font color="#0000ff">Nova Cruzada</font></b> é a mobilização da Juventude Portuguesa, pela obrigação de lhes oferecer a melhor formação e pela sua consciencialização dos seus direitos e deveres, como forma de motivar a sua participação na construção do seu futuro.</p>
<p align="justify">A <b><font color="#0000ff">Nova Cruzada</font></b> é a recuperação do nobre sentido maternal das mulheres portuguesas e o enaltecimento dessa função maternal e do papel determinante e essencial na educação e formação.</p>
<p align="justify">A <b><font color="#0000ff">Nova Cruzada</font></b> é a comunhão do sentimento patriótico, com o sentido e postura de exigência, que associa todas as vontades e crenças, numa afinidade colectiva de Valores e de Direitos, que ditarão o verdadeiro movimento que fará ressuscitar a Alma do povo português e voltar a dar sentido a Portugal.</p>
<p align="justify">A <b><font color="#0000ff">Nova Cruzada</font></b> tem protagonistas e princípios, essa é a sua essência, a sua razão e a sua força:</p>
<ul>
<li>
<div align="justify">Todos os portugueses que sentem esse forte sentimento de paixão, pela sua Raiz que foi plantada num Território Sagrado e que não abdicam do considerar como seu e como seus únicos e exclusivos donos e gestores.</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Todos os portugueses que vivem e não abdicam de viver, numa sociedade cuja pilar dominante é a Família e o seu direito de prioridade na formação e educação dos portugueses, de acordo com os princípios e valores religiosos, que estão na sua origem e na sua tradição.</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Todos os portugueses que se honram e orgulham da sua História e querem viver orgulhosos da sua própria dignidade no presente e no futuro.</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Todos os portugueses que não abdicam da defesa dos Valores Eternos, que são a essência equilíbrio social: o Respeito devido a cada um e ao próximo, a Honestidade, a Generosidade, a Solidariedade, a Lealdade, a Liberdade e a Verdade.</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Todos os portugueses que Acreditam que Portugal é eterno e que não se resignam a imposições de limitação da sua soberania como uma fatalidade, acreditando como uma Verdade, que tem sido negada, nas suas potencialidades, territoriais, culturais e humanas.</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Todos os portugueses que se revejam na preferência nacional. Na defesa dos nossos produtos, da nossa cultura, do nosso ambiente e território, nos nossos direitos, nos nossos hábitos, costumes e tradições.</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Todos os portugueses que sentem o seu Portuguesismo, que é Patriotismo, Humanismo e Mundanismo. Uma diferenciação e distinção de um povo glorioso, que pela sua afirmação criará a riqueza indispensável, que fará renascer a sua motivação, o seu orgulho, a sua felicidade, também a amizade e o reconhecimento de todos os outros povos.</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Todos os portugueses que exigem que o Serviço Público e Político retome o seu verdadeiro significado de Servir a sociedade, com o objectivo do bem-estar dos portugueses.</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Todos os portugueses que reclamam o mérito e a qualidade no exercício do Serviço Público e Político e que não abdicam do direito de exigência da responsabilização pública de todos os que se disponibilizem para a função enobrecida do Serviço Público e da Governação. </div>
</li>
<li>
<div align="justify">Todos os portugueses que rejeitam como objectivo exclusivo, o usufruto dos bens materiais, o materialismo como finalidade da vida humana e realçam o humanismo e a espiritualidade, como factores determinantes da realização pessoal e colectiva.</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Todos os portugueses que reconhecem Portugal em todo seu sentido histórico e actual como uma Nação do Mundo e que rejeitam toda e qualquer outra subalternização deste sentido de Portugal, que está naturalmente identificado pela opção de muitos que vivem e trabalham fora do Território Pátrio.</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Todos os portugueses que acreditam na distinta diferenciação de Portugal e do Povo português e que só foi possível manter essa diferenciação justificadora de Nação, pelo reconhecimento colectivo, por vezes intuitivo, mas verdadeiro, de que temos hoje, tal como tivemos no passado, um desígnio a cumprir que nos enriquecerá e glorificará.</div>
</li>
</ul>
<p align="justify">A <b><font color="#0000ff">Nova Cruzada</font></b> não é um movimento político, nem social, ou religioso. É a expressão de uma luta colectiva que unirá a maioria da sociedade portuguesa, com o objectivo da Libertação dos Portugueses e de Portugal:</p>
<ul>
<li>
<div align="justify">Uma mobilização colectiva contra a Mentira e a Manipulação.</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Uma mobilização colectiva contra o laicismo militante e a sua consequente descaracterização da sociedade portuguesa.</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Uma mobilização colectiva contra a corrupção e os compadrios.</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Uma mobilização colectiva contra os privilégios pessoais e partidários, que conduziram a uma inaceitável diferenciação da distribuição do rendimento nacional e a uma Oligarquia partidária onde os direitos são sonegados, espartilhados, em que se nega o surgimento de novas ideias e novas forças partidárias e se inibe a responsabilização política.</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Uma mobilização colectiva contra todos os aspectos que afrontam a nossa afinidade comum, numa atitude de firmeza e empenhamento permanente, de participação cívica.</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Uma mobilização colectiva de informação e testemunho pessoal ou associativo, capaz de mobilizar toda a sociedade e a ela levar a Esperança que carece para se impor na sua vontade.</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Uma mobilização colectiva contra a mediocridade da classe dirigente e um apelo constante a permanente à afirmação pública da qualidade ao serviço de Portugal e da sociedade portuguesa.</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Uma mobilização colectiva contra os espartilhos e condicionamentos da liberdade de expressão e em prol do sentido crítico, pois estas por vezes subtis formas de neutralização, representam as mais graves de limitações actuais dos direitos e liberdades dos portugueses e formas de preservar os erros e as irresponsabilidades.</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Uma mobilização colectiva pelas mudanças urgentes… do Ensino Público obsoleto, pela exigência dos princípios prioritários do rigor, da exigência e da motivação. Da Justiça, que terá de ser independente e célere e pela simplificação legal. Da despesa corrente do Estado e do sentido do rigor dos Serviços públicos. Do sistema eleitoral, pela liberalização das candidaturas, pela eliminação do oligopólio partidário e pela responsabilização dos eleitos. </div>
</li>
<li>
<div align="justify">Uma mobilização colectiva pelos direitos regionais a um desenvolvimento harmonioso e contra a desertificação ambiental e social.</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Uma mobilização colectiva pelo direito à segurança de pessoas e bens</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Uma mobilização colectiva na defesa da igualdade de oportunidades e no enaltecimento do mérito individual.</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Uma mobilização colectiva na defesa do património nacional, do ambiente e dos recursos.</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Uma mobilização colectiva na aproximação dos portugueses e na sua mobilização para projectos nacionais. No aprofundamento dos laços culturais, económicos e sociais com os povos lusófonos.</div>
</li>
</ul>
<p align="justify">A <b><font color="#0000ff">Nova Cruzada</font></b> é assim a luta, que teremos de fazer em muitos e diversos campos de batalha, sob a bandeira comum de restaurar Portugal e o seu sentido como Nação do Mundo.</p>
<p align="justify">A <b><font color="#0000ff">Nova Cruzada</font></b> é a libertação de Portugal, pela Verdade, pelo sentimento comum, pela razão que justifica a Nação, pela comunhão de todas as nossas afinidades e pela crença de que temos uma importante missão a desempenhar hoje e no futuro.</p>
<p align="justify">Serão lutas diárias, a que associarão um vasto e diversificado conjunto de organizações e organismos cívicos, culturais e religiosos, que conduzirão à vitória esta Cruzada de salvação e libertação de Portugal.</p>
<p align="justify">Os <b><font color="#0000ff">Libertados</font></b>, empenhados na Restauração de Portugal e do seu profundo sentido histórico e cultural, disponibilizam-se para a <b><font color="#0000ff">Nova Cruzada</font></b> e exortam todos os patriotas a uniram-se nesta luta de que se orgulharão os nossos filhos, os nossos netos e os seus descendentes.</p>
<p align="justify">&#160;&#160;&#160;&#160; </p>
<p align="justify"><i>Azambuja, 22 de Maio de 2010</i></p>
<p align="justify"><i><font size="3" face="Calligraph421 BT">Os Libertados, pel’A Nova Cruzada</font></i></p>
<p align="justify"><em><font size="3" face="Calligraph421 BT">&#160;&#160;&#160;&#160; </font></em></p>
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