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Posts Tagged ‘Monarquia’

Pátria não morrerás!

Quando hoje liguei o rádio do carro para ouvir as notícias das 14 horas na antena 1, fui confrontada com um programa, ao que parece diário, e que tem por objectivo ajudar os portugueses a comemorar o centenário da República.

Falava-se, nessa altura de Guerra Junqueiro que classificavam como poeta da República e nessa parte do programa referia o magnífico poema sobre a Pátria.

Recordei então as inúmeras vezes em que, já nesta III República, se desceu a Avenida da Liberdade no dia 1 de Dezembro, clamando como Junqueiro: “Pátria não morrerás!”.

A Pátria estava realmente em perigo e hoje, por motivos bem diferentes, também está em perigo. Só que os perigos de hoje estão camuflados, não são tão evidentes, mas a Pátria, como tal, está de novo, realmente, em perigo. Em perigo de perda da identidade nacional!

É pois bom recordar Junqueiro, o seu conceito de Pátria, hoje substituído por País e nem sequer Nação, e, sobretudo, o seu grito de alma “Pátria não morrerás!”

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A Cruzada não é uma Revolta, mas sim uma luta consistente e determinada dos revoltados.

A Cruzada é uma luta pela reconquista dos valores e dos direitos.

A Cruzada não é a agitação social, nem sequer a sua promoção, é a mobilização das consciências e dos sentimentos, na afinidade do conceito maioritário da sociedade portuguesa.

A Cruzada visa a vitória de Portugal, do Portuguesismo, da Família e da Fé.

A Cruzada não é uma acção de grupos, de seitas, de partidos, de organizações, de instituições, mas de todos e de cada português, na defesa de Portugal, da sua Identidade, da sua Diferenciação, da sua Dignidade e dos seus Direitos como Nação.

A Cruzada tem como sede e reduto Fátima, pelo seu simbolismo milagroso e de Fé, onde o Líder espiritual veio depositar a Esperança e a Mensagem, que nos mobilizará para os desígnios que nos estão destinados.

A Cruzada é a motivação e mobilização, dos alheados, dos descontentes, dos desesperados, dos resignados, pela acção empenhada dos mais conscientes e determinados.

A Cruzada é a mobilização da Juventude Portuguesa, pela obrigação de lhes oferecer a melhor formação e pela sua consciencialização dos seus direitos e deveres, como forma de motivar a sua participação na construção do seu futuro.

A Cruzada é a recuperação do nobre sentido maternal das mulheres portuguesas e o enaltecimento dessa função maternal e do papel determinante e essencial na educação e formação.

A Cruzada é a comunhão do sentimento patriótico, com o sentido e postura de exigência, que associa todas as vontades e crenças, numa afinidade colectiva de Valores e de Direitos, que ditarão o verdadeiro movimento que fará ressuscitar a Alma do povo português e voltar a dar sentido a Portugal.

A Cruzada tem protagonistas e princípios, essa é a sua essência, a sua razão e a sua força:

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A liberdade de pensamento. Um dos mais graves bloqueios da sociedade portuguesa é a incapacidade de afirmação dos Homens e Mulheres livres. Toda a informação está condicionada através da premissa “politicamente correcto”, ou seja dos agentes da mensagem que defende a preservação do actual sistema político. A informação está absolutamente condicionada e é neutralizada a Ideia Nova, como uma das formas de manter a actual Oligarquia partidária. Um contra-senso sócio-político uma vez que a maioria da população não se revê nos actuais partidos políticos. A afirmação dos Homens e Mulheres livres é assim a única esperança de mudança e esta modernice do Facebook um dos mais importantes meios para o encontro dessa afinidade essencial.
Sobre o Laicismo de Portugal. É evidente que a sociedade portuguesa não é maioritariamente laica. É cristã e de tal forma convictamente cristã que apesar de todas as perseguições e tentativas de ataque a essa sua consistência se mantém como tal. O actual Estado não reconhece direitos fundamentais da sociedade e também das regiões e território, por isso é um Estado incapaz de representar o sentido de Portugal.

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Regressa generosidade

Nada pode ter mais valor

Do que servir por amor,

Movido pela generosidade.

Já não se sente esse sabor,

Renasce logo a ansiedade,

Foge de nós a confiança

Homens sem honra e rigor,

Levam-nos o amor e a esperança.

Volta amor e generosidade

Todos sentimos saudade

Voltem os Homens de qualidade

De honra e de compromisso

Essa portuguesa verticalidade

Voltem porque só isso,

Trará a alegria de novo à cidade.

Confiem neste nobre povo…

Generosos, voltem de novo…

Só vocês poderão salvar,

Uma gloriosa história, esquecida,

Uma Nação quase destruída,

Voltem, para que voltemos a Acreditar.

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A Raiz de Portugal

Portugal é um território onde foi plantada uma forte raiz.

Ventos gelados e as mais diversas intempéries,

Têm definhado o brotar da mais bela flor do mundo,

Uma forte raiz a quem se nega, o surgimento da arvore florida.

Muitos de nós nunca viram essa maravilhosa flor,

Nunca sentiram o seu perfume, nunca puderam apreciar a sua beleza.

Já muitos de nós dela não se lembram, já dela não falam a seus filhos.

Quem pode ter paixão pelo que se esquece e pelo que nunca sentiu?

Esta é a terrível arma do esquecimento, que impede a nossa paixão.

Uma violação da natureza, um pecado capital,

Traição dos insensíveis á beleza, ao sentimento, renegados sem coração.

Que renegam a si próprios a essência humana e obrigam outros a essa condição.

Traição ao humanismo, ao heroísmo dos antepassados e ao futuro dos seus filhos.

Vis traidores que apenas olham para seu umbigo asqueroso.

Ignorantes e pequenos, tão senhores do seu egoísmo, esqueceram-se de pensar.

A raiz é secular, é profunda e forte, foi plantada num solo sagrado.

Tão forte que bastará uma pequena clareira de sol aberto, para que o seu vigor se expresse.

Esse dia de Primavera chegará breve, bastará seu anúncio pelos que têm essa lembrança.

O povo está saturado do vento frio, das tormentas e anseia pelo sol.

Nesse dia todos jubilarão de alegria a ver a árvore a crescer e a ramificar.

O espanto daqueles que nunca a tinham visto, será transformado em sentimento,

Os que dela estavam esquecidos, reconhecerão a verdade dos convictos apaixonados.

Fugirão para longe para sempre desterrados os apátridas sem valor, nem sentimento.

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O facto de haver outras organizações monárquicas que se afirmam nos seus princípios como “oficiais” no quadro do actual sistema político, exige uma clarificação inequívoca da parte da Acção Monárquica.

Nada temos contra o facto de haver organizações monárquicas que defendem a via reformista do actual sistema político e a participação dos monárquicos na militância dos actuais partidos políticos dominantes da actual partidocracia.

Este caminho do reformismo é uma via em que não acreditamos, não criticamos os seus defensores, nem as organizações monárquicas que o defendem, mas da qual nos distanciamos claramente.

A Acção Monárquica defende um projecto monárquico alternativo ao regime republicano e ao actual sistema político. A nossa mensagem é dirigida para a mobilização de uma larga maioria dos portugueses descontentes, resignados ou revoltados, com a actual Oligarquia partidária e com o actual Regime republicano.

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Patriotismo é o sentimento que nos voltará a reencontrar,
Que nos unificará pela paixão à nossa raiz, Portugal.
Portuguesismo é a expressão do nosso carácter colectivo.
A identidade de que nos orgulhamos.
Orgulho próprio que ressuscitará a nossa vontade e a nossa Alma.
O renascimento do sentimento patriótico,
A afirmação da nossa Identidade e diferenciação,
O orgulho e a honra que sentiremos,
Impulsionará a vontade dos descrentes, dos resignados e dos revoltados.

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O verdadeiro sentido que motivou o aparecimento da Acção Monárquica, foi a afinidade de muitos portugueses, neste sentimento forte de convicção, de que é indispensável restaurar Portugal pela Monarquia.
Como os monárquicos estavam dispersos e pouco motivados, silenciados pela dominância política partidária, incapazes de colocarem na agenda política nacional um projecto monárquico como uma verdadeira mensagem de esperança para os portugueses, avançamos com esta nova ideia de intervenção monárquica, a que chamamos Acção Monárquica.
É preciso ter a coragem de questionar esta incapacidade de lutar por um ideal que consideramos urgente e decisivo para restaurar o sentido de Portugal, que garantirá o nosso futuro colectivo. É preciso analisar as verdadeiras razões desta debilidade monárquica e apresentar propostas que ultrapassem os bloqueios e originem as motivações e os entusiasmos.

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Este será porventura um surpreendente raciocínio lógico, sobretudo para a comunidade monárquica portuguesa.
Porém é uma realidade, um sentido constante do eleitorado português.
Vejamos:
O grande argumento do regime monárquico é o da absoluta independência do Chefe de Estado, o Rei, face aos partidos políticos, que lutam pelo poder legislativo e executivo.
O Rei é o símbolo da história e da união de um povo, pelo que como Chefe de Estado assume naturalmente uma total isenção, face a todos os agentes da luta política e funciona como garante da igualdade de condições de todas essas forças nas diversas disputas sociais e eleitorais.

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A Bandeira Monárquica

A mensagem monárquica tem-se centralizado num discurso pouco estimulante, numa sociedade cada vez mais ansiosa por uma alternativa de esperança.
O actual regime e sistema político originou uma situação de graves distorções e impasses, um caminho de decadência da sociedade portuguesa e de adulteração ao sentido de uma Nação, com nove séculos de história.
A Bandeira Monárquica, terá de ser uma resposta aos problemas graves da nossa sociedade e uma afirmação política de mudança profunda de um regime e de um sistema, que vá de encontro ao sentimento generalizado de descrença nacional e responda aos problemas reais de Portugal e dos portugueses.
Uma afirmação dos direitos da sociedade e dos portugueses, que vença os bloqueios da mentira desesperante, que apenas pretende salvaguardar privilégios de alguns, dominâncias de partidárias.
Este sistema político de representação proporcional, com exclusiva dominância partidária, não é uma democracia.
Os deputados não representam nada, a não ser o pequeno grupo de dirigentes partidários que os nomeou. Eleitos sob a capa dos partidos, não assumem uma responsabilidade directa perante os eleitores. Os deputados sujeitos a disciplinas partidárias, passam a ser meros instrumentos ao serviço das direcções partidárias. A impossibilidade de apresentação pela sociedade civil de candidatos a deputados, é um princípio oligárquico, que nada tem a ver com democracia.

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Em Portugal a militância monárquica corre o risco de vir a ser proibida, com base na Lei Laboral e através do tribunal de Menores…
A discussão chega à Assembleia da República, onde o Governo apresentou sobre a matéria um projecto de Resolução.
Um Rei desde que nasce tem uma função a desempenhar e isso é proibido por Lei.

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Foi aberta uma nova página neste blogue, sobre Doutrina e Idealogia Monárquica.
Com ela pretendemos colocar em debate estes temas, tão essenciais para a Monarquia Portuguesa, com novas propostas para um debate livre, franco e aberto, a todas as sensibilidades monárquicas em Portugal, na persspectiva de uma Monarquia moderna.

Os textos podem ser acedidos através da página “Doutrina” colocada no cimo do blogue, ou pela ligação:

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O assassínio do Presidente popular provocou grande desorientação, alguns dos chefes republicanos estavam longe e não quiseram voltar.
Foi o que fez o mais activo dos republicanos. Afonso Costa ficou em Paris, onde já estava acomodado.
Organizou-se então um novo partido dos amigos de Sidónio Pais, o popular Presidente assassinado.
Houve amigos do Rei exilado, que se aproximaram deste novo partido, que também exprimia simpatia pelo Rei.
Para o Paladino aquele era o momento da restauração do Reino.
O Rei tinha um representante no Ex-Reino, de nome Ayres d’Ornelas. Este deu o aval a Paiva Couceiro para toda a acção. Falou em nome de D. Manuel disse… Go On.
Ayres d´Ornelas acreditava que os novos políticos do novo partido sidonistas, apoiariam a restauração do Reino.
Mas os políticos sidonistas hesitavam, pois não havia entre eles uma sintonia generalizada no apoio à restauração do Reino. Hesitaram também muitos apoiantes do Reino, que agora eram políticos partidários.
O Movimento da Restauração do Reino, não podia ficar paralisado pelas hesitações dos políticos.
O Herói fardado a rigor, à frente de uma coluna de homens mal armados, invadiu o Porto e hasteou a bandeira azul e branca, na Câmara Municipal.

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Os invasores do reino não encontraram grande resistência patriótica, naquele ano de 1910.
A defesa do Império em terras de África, mobilizara os heróis que longe estavam impedidos de defender a sua Pátria mãe.
Escolheram a data mais querida e comemorada no Reino, para implantarem o novo regime… o 5 de Outubro, o Dia do Tratado de Zamora, o dia da Independência do Reino.
Os invasores sabiam que teriam de apagar a história e as referências do povo, para a consolidação da sua mentira. A partir de então o 5 de Outubro passaria a ser comemorado como o dia da implantação do regime e não mais como da Independência nacional.

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Já há muitos anos que este Reino estava ameaçado.
Um Reino, que era um grande Império, que foi invadido por franceses que tinham um outro Império e que queriam alargá-lo.
Resistiu o povo desse Reino, mas esse povo logo foi subjugado, por Aristocratas amigos do invasor, mas que chamaram o Rei, mas impedindo-o de reinar.
Tiveram de matar esse Rei João e fazer guerra ao seu legítimo sucessor, que agora era o novo Rei.
Bem tentou o povo, defender este seu amado e patriota jovem Rei, mas perante tanta força aliada na traição, conseguiram a sua derrota e a sua deportação.
Miguel por amor ao povo, não quis vê-lo mais ser morto e destroçado, rendeu-se à invasão dos estrangeiros, associados aos Aristocratas portugueses seus amigos.
Fê-lo assim, para evitar o seu sofrimento, mas nunca abdicou de seus direitos e responsabilidades.

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Todos estamos condicionados mentalmente pela permanente propaganda, que nos invade a casa, diária e permanentemente.
Acusam-se os monárquicos de divisões crónicas, porque estes não estão sujeitos a disciplinas condicionadoras de opinião.
Fazem-se apelos nas hostes monárquicas a falsas unidades, muitas vezes sem entenderem o que dizem, pois esses apelos são simplesmente mensagens de uniformização do pensamento, afrontosa, para com a atitude de coerência monárquica.
Ser monárquico é ser Livre, pensar livremente e ser coerente nas atitudes.
Livre e patriota, porque reconhece as suas raízes, a sua identidade e ama o seu território, a sua condição de português.
Não entendem esta liberdade, todos quantos vêem nas estruturas ou nos partidos, a sua prioridade de fidelidade e de prestação de serviço.

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Ainda há uma esperança

A minha escolha está limitada
Votar em partidos sem ideologia, sem projecto?
Só nestes posso votar.
Bloquearam a democracia.
Não me revejo nos seus interesses mesquinhos
Não gosto, dos seus dirigentes, porque são pequenos
Corruptos, incultos e incompetentes
Neles não reconheço, valor humano ou moral.
Homens que têm medo da liberdade
Que através do seu poder, amordaçam a informação.
Que para defender os seus interesses mesquinhos, são capazes de tudo fazer.
Não são filhos de Portugal, não são filhos de um nobre povo.
Mentem descaradamente, adulteram a nossa História.
Não são pessoas dignas, não têm respeito por ninguém
Não amam Portugal.

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O tema Monarquia abandonou já a sua condição de ser uma ideia marginal e ao ganhar adeptos passa hoje já por ser uma corrente de opinião na sociedade portuguesa.
Esta afirmação como corrente de opinião, tem a ver com o descontentamento face ao actual regime e também com uma nova forma de apresentação da doutrina Monarquia moderna.
A mensagem curta “ Restaurar Portugal pela Monarquia”, vem ao encontro do sentimento popular de desagrado pela actual dependência externa de Portugal, da realidade que é a desigualdade do desenvolvimento entre as suas regiões, da incapacidade de afirmação da democracia que cada vez se espartilha mais na sua asfixia, dominada pela oligarquia de apenas dois partidos.
A mensagem moderna de que Monarquia representa uma outra concepção de Estado, responde a uma ansiedade nacional de voltar a dar sentido a Portugal, através da defesa dos direitos da sociedade, da preservação territorial, patrimonial, ambiental e dos valores essenciais em que se alicerça a vivência e o bem estar colectivo.

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Finalmente começam a surgir expressões da realidade.
A crise foi o sintoma de uma doença profunda, cuja origem já começa a ser expressa por alguns comentadores políticos, que conseguem libertar-se da pressão do condicionamento partidário, que obriga ao discurso do politicamente correcto.
Passaram alguns já à análise da doença, que origina a crise estrutural da sociedade portuguesa.
A doença é grave e só com uma profunda mudança pode permitir a nossa sobrevivência.
Pois de sobrevivência se trata. Preservação da independência, da soberania e também da democracia.
O Estado português, não é independente e está sujeito a todas as formas de pressão.
Interesses económicos, empresarias, sociais e partidários, interligam-se numa promiscuidade evidente, influenciam e controlam, de tal forma, que já não existe autonomia dos poderes constitucionais e impossibilitam a existência de um projecto nacional, capaz de fazer no presente a projecção do nosso futuro.

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Não me apetece ficar calado e deixar de alertar, para com a mais grave das dependências… a dependência face à mentira pública.
Fico transtornado com a estupidez, a inconsistência dos discursos, atitudes ou propostas e com a manipulação feita através da sobranceria medíocre de alguns, tendo ou não, consciência dos seus actos.
A coerência já não é uma exigência social, pois a ansiedade de protagonismo é tão grande, que basta o pronunciamento de uma palavra, para justificar publicamente uma opção, que deveria estar consolidada em cada arauto, como uma convicção.
Assim será, se alicerçarmos esta tendência de sermos uns iletrados e como tal permissivos.
Ninguém já é coerente, com o que diz ser.

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